Mostrar mensagens com a etiqueta paixões. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta paixões. Mostrar todas as mensagens

junho 16, 2011

Tomem lá.

Letra da minha irmã, na voz assombrosa do António Zambujo.

  Uma Vez Que Seja - Antonio Zambujo, letra de Ana Vidal by madalenavidal

maio 04, 2009

Fim de semana papa-léguas


Amado

Azenha do Mar, que não conhecia. Macacos me mordam se não hei-de lá ter uma casa.

Bordeira.

Algures entre o Cabo Sardão e a Zambujeira.

Carrapateira.

Castelejo, Cordoama e Barriga.

Amado. Flores a perder de vista.

Azenha do Mar, a não-praia mais bonita do Alentejo.

Pronto, fica só este cheirinho. Das comezainas e bebezainas falarei noutro post. Aos vossos comentários respondo amanhã, que agora vou dormir.
.

abril 23, 2009

Ainda a propósito de queijo...


Outra maravilha. Para o Pedro, que não a conhecia.
.

abril 21, 2009



Já sabem que me passo com música. Com soul. Com gospel. Com R&B. Com vozes possantes de pretonas a sentir a música a 100%. E com flamenco. E com Espanha. Com uma mistura de tudo, explosiva como esta, então nem se fala. Já para não falar no cantor, no seu sorriso de dentes perfeitos, na camisa branca de colarinho aberto, no prazer óbvio com que fez este vídeo, na posição em que se colocou, no meio de todos, como que dar protagonismo ao grupo, na alegria de toda a gente, na "latinidade negra" que escorre do ritmo. Ai... Vale a pena ver. Só tenho pena de não saber pôr links à mistura com vídeos do Youtube, mas agradeço, do fundo do coração e do ouvido, à Helena que mo "apresentou" e à Margarida, cujo entusiasmo me contagiou.

março 22, 2009

Bad day


Where is the moment we needed the most
You kick up the leaves and the magic is lost
They tell me your blue skies fade to grey
They tell me your passion's gone away
And I don't need no carryin' on

You stand in the line just to hit a new low
You're faking a smile with the coffee to go
You tell me your life's been way off line
You're falling to pieces everytime
And I don't need no carryin' on

Cause you had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
The camera don't lie
You're coming back down and you really don't mind
You had a bad day
You had a bad day

Well you need a blue sky holyday
The point is they laugh at what you say
And I don't need no carryin' on

You had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
The camera don't lie
You're coming back down and you really don't mind
You had a bad day

Sometimes the system goes on the blink
And the whole thing turns out wrong
You might not make it back and you know
That you could be well oh that strong
And I'm not wrong

So where is the passion when you need it the most
Oh you and I
You kick up the leaves and the magic is lost

Cause you had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
You've seen what you like
And how does it feel for one more time
You had a bad day
You had a bad day

março 20, 2009

Quarto dos Mortos*

Eu até já tinha assinado a petição. Mas a Angelblue chamou-me a atenção outra vez para esta barbaridade. Parece que há coisas às quais só um grandecíssimo murro no estômago nos faz reagir. Esta é uma delas. E já se sabe: mexem com bichos, mexem comigo.

Todos vocês já ouviram de certeza falar disto: um anormal qualquer não teve ideia melhor para se autopromover mundialmente do que atar um cão abandonado na rua (outra ironia: o canito chamava-se Natividad) e deixá-lo morrer lentamente à fome e à sede às vistas de quem visitava aquela "exposição". Para cúmulo, o artista, de seu nome Guillermo Vargas Habacuc, foi convidado a fazê-lo outra vez este ano.

Se eu vivesse perto da dita "exposição", das duas uma: ou matava o filho da puta do Habacuc à chapada ou, se não quisesse problemas, pagava bilhete todos os dias só para dar água e comida ao cão. Palavra que era gaija para sequestrar o dito cabrão e enfiá-lo no meu Quarto dos Mortos*, qual Fritzl, e matá-lo à fome, à sede, e, já agora, ao pontapé nos tomates.

Mas há aqui coisas que eu, juro, não percebo. Uma coisa é o filho-da-puta do Habacuc que se quer autopromover e não olha a meios - e o facto é que conseguiu ser conhecido a nível mundial; outra é o museu (não sei qual é, nem me interessa) que conseguiu o mesmo. Até aqui ainda vou. Não aceito, mas percebo. Mas o que eu não percebo mesmo, por mais que tente, é a quantidade de gente anónima que por ali passou todos os dias, que viu a agonia do Natividad, que lhe percebeu o desespero nos olhos e não fez NADA. Rien. Nothing. Zero. A ponta dum corno, falando em bom português.

Se acham que eu tenho razão, assinem, por amor de Deus, a petição aqui: e não, não há desculpas.


* Tenho uma divisão na minha casa que é chamada assim há décadas. Um dia conto, juro.
.



março 16, 2009

Não é para fazer inveja,


... mas tive um óptimo fim-de-semana.
No sábado, uma velejada excelente no Bórias I, um Dufour 34, com almoço a bordo na baía de Cascais. Comeu-se uma bela salada de salmão - receita da Teté (que vou postar ali assim que tiver tempo) - acompanhada de um belo vinho branco estupidamente gelado. Estava um dia lindo. Para lá o vento estava fraquinho, nos 6 nós, e fomos calmamente. Para cá o vento passou dos 20 nós e já deu para sentir a adrenalina. Uma delícia de passeio.

No domingo, mariscada em Torres Vedras, em casa dos primos. Começou à uma da tarde e acabou à meia-noite, mas isso já é o costume...
Ai, quem me dera o Bartolomeu pronto.
.

março 07, 2009

Green fingers

Se o Diogo é marinho, eu sou definitivamente campestre. Acabei de gastar uma pequena fortuna em vasos, plantas e ferramentas. Comprei dezenas de sardinheiras (claro!), 2 malmequeres amarelos e 2 roxos, 3 lantanas, 5 roseiras, 1 jasmim trepadeira, 3 buganvílias, 1 skimmia, 1 pessegueiro, 1 romãzeira, 1 aloés, 2 camélias, 4 mudas de hera e mais uma data de coisas. E fiquei com um salgueiro de 4 metros de altura atravessado (não me cabia no carro, mas há-de cá vir parar) e uma magnólia imponente (e caríssima) que ainda vou pensar se vem ou não.

Assim que refrescar, vou tratar das plantas. E para a semana vou dedicar-me à horta.
.

março 06, 2009

Ando mesmo distraída


Como é que eu perdi isto (para não falar no que se passou anteontem), alguém me explica?
.

janeiro 13, 2009

Favorzinho, precisa-se

Lembram-se dela? Acabei de a comprar. E barata, ainda por cima. Weeeeee! !!......

Mas o vendedor não ma manda para Portugal. Por isso, preciso de alguém que viva em Londres, que seja simpático ao ponto de fornecer uma morada de correio a quem nunca viu mais gordo, que ma receba e ma traga em mão, de preferência (ouvi dizer que mandar pelo correio é complicado por causa da alfândega...), ou ma mande por alguém para Lisboa. Não interessa quando, mas já agora que fosse o mais depressa possível. Conhecem alguém de confiança?

PS - Eu tenho uma sobrinha em Londres, mas não consigo falar com ela... you know how kids are. Ainda deve estar de «rescaldo» do fim de ano.
.

setembro 15, 2008

agosto 19, 2008

Viagens a fazer...

... ainda em Setembro;


... talvez em Outubro;





... e provavelmente em Novembro, com a M'Ana.



(nada mal, hein?)

agosto 13, 2008

Árvores já plantei...

... às carradas, filhos vai-se fazendo por isso, só me falta escrever um livro. Ou acabá-lo, melhor dizendo, já que, como quase toda a gente, tenho umas páginas alinhavadas escondidas em pastas secretas do meu PC, a que eu chamo pomposamente "o meu livro".

No seu excelente Pronome Possessivo, a Rita Ferro dá-nos uma excelente check-list para "escritores" de trazer por casa como eu - e não só.


Comece hoje a escrever o seu livro
1. Ponha o telemóvel e a alma no modo de silêncio.
2. Comece a escrever uma linha e siga sem grandes preocupações gramaticais ou semânticas, quase maquinalmente, como um sonâmbulo, ainda que a escrita lhe pareça deplorável e a ideia precária.
3. Com o tempo o próprio livro «cuspirá» o que é fraco e aproveitará o que é bom - ordenando-lhe a cortar e a deitar fora o que está a mais. Obedeça sem pieguices.
4. Não se apegue ou afeiçoe a nada do que escreve. Até lhe provarem o contrário, tudo o que vc escrever é lixo - ficámos entendidos?

Por outro lado, que não seja nem o excesso de perfeccionismo nem o sentimento de inferioridade tão típico deste país a desencorajá-lo.

OUVIU BEM, SEU PORTUGUÊS TÍPICO?

Você dispõe das mesmas 23 letras do alfabeto que tinha o Shakespeare ou o Camões. Com elas pode escrever uns (novos) lusíadas, divulgar uma vacina, conquistar um amor, travar uma guerra, fazer uma revolução, deitá-las fora, ou...

ESCREVER UM ROMANCE.
(...)


Leiam o resto lá. Vale a pena.

maio 28, 2008

Abalone













A minha paixão por coisas bonitas, de preferência saídas directamente das profundezas do oceano. A Natureza no seu melhor.