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abril 21, 2009



Já sabem que me passo com música. Com soul. Com gospel. Com R&B. Com vozes possantes de pretonas a sentir a música a 100%. E com flamenco. E com Espanha. Com uma mistura de tudo, explosiva como esta, então nem se fala. Já para não falar no cantor, no seu sorriso de dentes perfeitos, na camisa branca de colarinho aberto, no prazer óbvio com que fez este vídeo, na posição em que se colocou, no meio de todos, como que dar protagonismo ao grupo, na alegria de toda a gente, na "latinidade negra" que escorre do ritmo. Ai... Vale a pena ver. Só tenho pena de não saber pôr links à mistura com vídeos do Youtube, mas agradeço, do fundo do coração e do ouvido, à Helena que mo "apresentou" e à Margarida, cujo entusiasmo me contagiou.

fevereiro 03, 2009

...

Sha-nah-nah-mee!!!

janeiro 19, 2009

Vénia até ao chão

Vamos por partes. Eu não acho muita graça a prémios blogosféricos, a não ser que sejam em dinheiro ou do Ervi (boa??).
Agora a sério, é que normalmente ou têm ursinhos cor-de-rosa cheios de estrelinhas e legendas como "Blog da Amizade", ou... vocês sabem! A maioria dos prémios que se vêem por aí não interessa ao Menino Jesus. Mas este, o Dardos, parece diferente. É ostentado por uma data de gente que tem blogues sérios. E eu achei, na minha inocência, que o devia atribuir a alguns bloggers que fazem juz ao objectivo primordial do prémio, seja pela excelência da escrita (o Pedro é um bom exemplo), a qualidade das opiniões (a Bad), a transparência do coração (o Melões), a cultura que distribui (o Valkirio, meu excelentíssimo colega de liceu) e até pela originalidade (o Xívico).
Gostem, usem-nos. Não gostem, não comam. Mas façam como a minha adorada Diabba (girl, I lobe you!), que tem tomates para dar e vender e me deixou o comentário acima, que me causou um ataque sério de gargalhadas, seguidas de tosse e de quase-morte-por-asfixia-enquanto-continuavam-as-gargalhadas, etc.
Vá, cruxifiquem-me.
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outubro 03, 2008

O Benfica é liiiiindo!

Começo por esclarecer que toda a vida detestei futebol. Detestava tudo: a começar no jogo em si, que sempre me pareceu um bocadinho básico, passando pela terminologia própria e pelas novelas que rodam à volta da coisa e que movimentam milhões ávidos pelas pérolas de sabedoria que jorram daquelas mentes brilhantes, e, last but not the least, as personagens, coroadas por beldades* tipo Paulo Bento. E depois não me parecia que o facto de "gostar da bola" fizesse muito a favor da minha imagem...

A primeira vez que fui assistir a um jogo ao vivo foi há anos. Foi péssimo, perdemos** e eu estive os primeiros 5 minutos a torcer pela equipe errada, o que me valeu um safanão do Diogo (estavam de encarnado, caraças!). E ontem fui pela segunda vez. À Luz, claro, ou não fosse eu do Benfica - e por herança, note-se. O estádio está lindo. E funciona tudo lindamente, as entradas e as saídas, os comes e os bebes, as cadeiras, os écrans gigantes, o som; enfim, tudo fantástico. Hoje em dia já percebo mais de futebol e por isso já acho piada ao jogo (sim, sei o que é fora de jogo...), conheço alguns jogadores pelo nome (e não só porque têm pernas bonitas...) e estou convencida que assistir a um jogo ao vivo no meio de mais 56.055 fanáticos é uma experiência que vou repetir regularmente.

Como toda a gente, cantei, saltei, dancei, roí as unhas, prendi a respiração, tive várias ameaças de ataque cardíaco, senti o que é a felicidade suprema por duas vezes, berrei, disse mais palavrões em 90 minutos no que no último mês, insultei o árbitro, a mãe do árbitro e todos os seus descendentes presentes e futuros, dei abraços a marmanjos bigodudos que não conhecia de lado nenhum e saí de lá completamente rouca, feliz da vida, a pensar onde tinha eu a cabeça quando dizia que não gostava de futebol e a perguntar a toda a gente onde é que se compravam cachecóis e chapéus àquela hora.

Rendo-me.


* Valha-nos Deus pelo Quique!
** Pé frio, eu?

maio 07, 2008

Música

Há pessoas para quem a música é para ouvir. Só. Que conseguem dissertar e teorizar sobre ela, descrevê-la, analisá-la.

Eu não consigo. Só a consigo sentir, ouvir e principalmente dançá-la. Eu ADORO dançá-la. E tenho umas saudades enormes de dançar. De entrar numa pista e de me mexer* de olhos fechados até parar de exaustão ou, como aconteceu na maioria das vezes, as luzes se desligarem e me dizerem vá, amanhã há mais. Nem sequer me lembro da última vez que isso aconteceu. Deve ter sido há anos, esquisita como eu sou em termos de música. Talvez no Green Hill, no 2001 ou no Túnel, ou algures no Bairro Alto.
Quando eu digo dançar, quero dizer dançar. DANÇAR. Não é fazer teatro para inglês ver. É fechar os olhos e IR. Viajar pelos sentidos, pelo tempo, pela memória guardada, pelos sonhos futuros, pelos desgostos passados, pelos amores vividos, pelas paixões experimentadas, pelos orgasmos da vida, sejam eles literais ou não. Música, para mim, é dançar. E dançar é ouvir + sentir + exprimir através do corpo (e, por amor de Deus, é quase melhor que sexo). Se se souber a letra de cor, melhor - ou seja, o que eu acabei de dizer “ao quadrado”.

E acontece com várias músicas de que me lembro: Black Velvet da Allanah Miles, Urgent dos Foreigner, Baby I Love You dos Ramones, Another Brick In The Wall (e mais umas mil, ou seja, todas) dos Pink Floyd, Black Magic Woman (e mais umas mil, ou seja, todas) do Carlos Santana, Smoke On The Water dos Deep Purple, Once Upon A Time In The West (e mais umas mil, ou seja, todas) dos Dire Straits, You Can Leave Your Hat On (e mais umas mil, ou seja, todas) do Joe Cocker, Cose Della Vita do Eros Ramazotti, Eyes Without A Face do Billy Idol, Sexy Motherfucker e Time do Prince, Cocaine do J. J. Cale / Eric Clapton (e mais umas mil, ou seja, todas), Mamma dos Genesis (e mais umas mil, ou seja, todas), etc, etc, etc, ………...…….

Trouxe dois iPod’s. Um de 80 GB para o Diogo e um de 2 GB para mim. O meu não chega, claro (daaaaaaah!). Adiante. Mas agora danço em casa (eu e o Diogo não nos entendemos em termos de música) desde que tenho “o” iPod. O Diogo dorme e eu danço. DANÇO.


* Que verbo pobre...

maio 06, 2008

Minha Pátria é a Língua Portuguesa


MANIFESTO
EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA
CONTRA O ACORDO ORTOGRÁFICO

(Ao abrigo do disposto nos Artigos n.os 52.º da Constituição da República Portuguesa, 247.º a 249.º do Regimento da Assembleia da República, 1.º n.º 1, 2.º n.º 1, 4.º, 5.º, 6.º e seguintes da Lei que regula o exercício do Direito de Petição)
Ex.mo Senhor Presidente da República Portuguesa
Ex.mo Senhor Presidente da Assembleia da República Portuguesa
Ex.mo Senhor Primeiro-Ministro
1 – O uso oral e escrito da língua portuguesa degradou-se a um ponto de aviltamento inaceitável, porque fere irremediavelmente a nossa identidade multissecular e o riquíssimo legado civilizacional e histórico que recebemos e nos cumpre transmitir aos vindouros. Por culpa dos que a falam e escrevem, em particular os meios de comunicação social; mas ao Estado incumbem as maiores responsabilidades porque desagregou o sistema educacional, hoje sem qualidade, nomeadamente impondo programas da disciplina de Português nos graus básico e secundário sem valor científico nem pedagógico e desprezando o valor da História.
Se queremos um Portugal condigno no difícil mundo de hoje, impõe-se que para o seu desenvolvimento sob todos os aspectos se ponha termo a esta situação com a maior urgência e lucidez.

2 – A agravar esta situação, sob o falso pretexto pedagógico de que a simplificação e uniformização linguística favoreceriam o combate ao analfabetismo (o que é historicamente errado) e estreitariam os laços culturais (nada o demonstra), lançou-se o chamado Acordo Ortográfico, pretendendo impor uma reforma da maneira de escrever mal concebida, desconchavada, sem critério de rigor, e nas suas prescrições atentatória da essência da língua e do nosso modelo de cultura. Reforma não só desnecessária mas perniciosa e de custos financeiros não calculados. Quando o que se impunha era recompor essa herança e enriquecê-la, atendendo ao princípio da diversidade, um dos vectores da União Europeia.
Lamenta-se que as entidades que assim se arrogam autoridade para manipular a língua (sem que para tal gozem de legitimidade ou tenham competência) não tenham ponderado cuidadosamente os pareceres científicos e técnicos, como, por exemplo, o do Prof. Doutor Óscar Lopes, e avancem atabalhoadamente sem consultar escritores, cientistas, historiadores e organizações de criação cultural e investigação científica. Não há uma instituição única que possa substituir-se a toda esta comunidade, e só ampla discussão pública poderia justificar a aprovação de orientações a sugerir aos povos de língua portuguesa.
3 – O Ministério da Educação, porque organiza os diferentes graus de ensino, adopta programas das matérias, forma os professores, não pode limitar-se a aceitar injunções sem legitimidade, baseadas em "acordos" mais do que contestáveis. Tem de assumir uma posição clara de respeito pelas correntes de pensamento que representam a continuidade de um património de tanto valor e para ele contribuam com o progresso da língua dentro dos padrões da lógica, da instrumentalidade e do bom gosto. Sem delongas deve repor o estudo da literatura portuguesa na sua dignidade formativa.
O Ministério da Cultura pode facilitar os encontros de escritores, linguistas, historiadores e outros criadores de cultura, e o trabalho de reflexão crítica e construtiva no sentido da maior eficácia instrumental e do aperfeiçoamento formal.
4 – O texto do chamado Acordo sofre de inúmeras imprecisões, erros e ambiguidades – não tem condições para servir de base a qualquer proposta normativa.
É inaceitável a supressão da acentuação, bem como das impropriamente chamadas consoantes "mudas" – muitas das quais se lêem ou têm valor etimológico indispensável à boa compreensão das palavras.
Não faz sentido o carácter facultativo que no texto do Acordo se prevê em numerosos casos, gerando-se a confusão.Convém que se estudem regras claras para a integração das palavras de outras línguas dos PALOP, de Timor e de outras zonas do mundo onde se fala o Português, na grafia da língua portuguesa.A transcrição de palavras de outras línguas e a sua eventual adaptação ao português devem fazer-se segundo as normas científicas internacionais (caso do árabe, por exemplo).

Recusamos deixar-nos enredar em jogos de interesses, que nada leva a crer de proveito para a língua portuguesa. Para o desenvolvimento civilizacional por que os nossos povos anseiam é imperativa a formação de ampla base cultural (e não apenas a erradicação do analfabetismo), solidamente assente na herança que nos coube e construída segundo as linhas mestras do pensamento científico e dos valores da cidadania.
Os signatários,
Ana Isabel Buescu
António Emiliano
António Lobo Xavier
Eduardo Lourenço
Helena Buescu
Jorge Morais Barbosa
José Pacheco Pereira
José da Silva Peneda
Laura Bulger
Luís Fagundes Duarte
Maria Alzira Seixo
Mário Cláudio
Miguel Veiga
Paulo Teixeira Pinto
Raul Miguel Rosado Fernandes
Vasco Graça Moura
Vítor Manuel Aguiar e Silva
Vitorino Barbosa de Magalhães Godinho
Zita Seabra
...
Assine a petição
aqui. Fui a 13527ª.

abril 16, 2008

De volta pro meu aconchego


A única música de forró que eu gosto. E aplica-se tão bem a hoje. Ou, mais concretamente, a depois de amanhã, quando embarcarei para o Brasil de volta pro meu aconchego...


Estou
De volta pro meu aconchego
Trazendo na mala bastante saudade
Querendo
Um sorriso sincero, um abraço,
Para aliviar meu cansaço
E toda essa minha vontade.

Que bom
Poder 'tar contigo de novo
Roçando o teu corpo e beijando você.
Prá mim tu és a estrela mais linda
Seus olhos me prendem, fascinam
A paz que eu gosto de ter.

É duro
Ficar sem você de vez em quando
Parece que falta um pedaço de mim.
Me alegro na hora de regressar
Parece que eu vou mergulhar
Na felicidade sem fim.

Pipa, RN






Jamiroquai faz-me lembrar Pipa, da primeira vez que lá fui. A praia mais bonita do mundo.

fevereiro 08, 2008

Nunca...

...tive uma depressão. Não acho que tenha o direito de a ter.

Charles Aznavour, ontem, numa entrevista à TVI.

janeiro 15, 2008

Ao sexto dia...

De um blog que tem grandes hipóteses para passar a ser de culto.

dezembro 22, 2007

You're welcome!



À parte as reticências e o facto de a mensagem ser um poucochinho generalista, thanks a lot, George. Eu e os 3 biliões de mulheres que acharam que isto ia direitinho ao nosso coração.

novembro 21, 2007

novembro 19, 2007

Têm bom remédio


Um cigarro encurta a vida em 2 minutos.
Uma garrafa de álcool encurta a vida em 4 minutos.
Um dia de trabalho encurta a vida em 8 horas!

Conclusão lógica?...

outubro 25, 2007

A conselho da Sofia

Já está a funcionar!!!

(nota acrescentada por alturas do 10º comentário)

outubro 24, 2007

Chave de ouro



Creio que isto remata a discussão, não vos parece, meninas?

outubro 16, 2007

Delícias alaskianas

James Tupper

E ninguém me avisa que no Canadá há disto???

outubro 08, 2007

Ai... (2)

Em adenda ao meu post Ai..., também não me posso queixar... ;)

Qual Chico qual c********!