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março 03, 2009

Pensamento da semana



"Tenho uma teoria de que devemos à ociosidade a maioria das nossas grandes invenções e a maior parte das realizações de génio. A mente humana prefere ser alimentada à colher com os pensamentos dos outros, mas, privada de tal alimento, começa, relutantemente, a pensar por si mesma, e essa reflexão é uma reflexão original e que pode ter resultados preciosos." (Jerry Burton, personagem de Agatha Christie em The Moving Finger)

Estou farta de não fazer nada. Já não há casa para decorar, roupa para tratar, petiscos para cozinhar, quadros para pendurar, armários por decapar ou cães para passear que me entretenham. Preciso de um emprego já.

Anyone?
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dezembro 21, 2008

Para 30 já dá


Lembram-se de que há pouco tempo não tinha mesa de casa de jantar? Pois agora tenho três e já posso (não que tencione, credo) dar um jantar para 30 pessoas sentadas.
Metade delas iam jantar de joelhos, teria que fazer outra cozinha e contratar duas empregadas, mas isso são pormenores.

agosto 12, 2008

Vivo com...

... o Bill Gates da alta finança e não sabia!

Sim, que não são só os olhos verdes, o corpinho em "V" (eh eh eh), o óptimo coração e o péssimo génio! O moço faz-se no mundo dos negócios!

Depois conto.

julho 29, 2008

Volte-face

Ou não há fome que não dê em fartura. Nem mal que sempre dure ou bem que não acabe. Grão a grão, etc, etc, etc.

A vida tem destas coisas. Há fases péssimas em que vemos tudo prestes a ir por água abaixo, em que parece que o universo inteiro conspira contra nós. E eis que, de repente, tudo muda. E, mais de repente ainda, tudo muda outra vez - para melhor.

Sempre tive sorte na vida. A começar pela família, os amigos que tenho e pelos novos que vou fazendo um bocadinho por todo o lado. A passar pelos empregos, que sempre apareceram quando mais precisava deles e cada um melhor que o outro. Pelas oportunidades, pelas viagens. Pelos amores, gloriosamente coroados pelo meu amor actual. Pela família e os amigos dele. Pela minha saúde de ferro, apesar de fumar como uma chaminé (temporariamente, prometo). E por mais um milhão de coisas de que eu agora não me lembro.

A acabar nos negócios. As coisas não correram muito bem durante uns anos aqui no Brasil, mas tudo se resolveu em beleza, e eis-nos de malas aviadas e cheios de projectos para a próxima etapa, cheiinha de aventuras no horizonte.

Sou uma pessoa com muuuuuita sorte.