
Suspeita-se de ataque cardíaco durante o orgasmo.
Não consigo decidir se esta foi uma morte abençoada ou simplesmente estúpida. Inclino-me mais para a última hipótese.
Mas arranja-se sempre um tempinho para pensar na vida. Nem que seja para fugir dela a sete pés.

Povo que me lê, tenho a dizer o seguinte: * apenas admiradora, depois de profundo debate com o meu ego.
Começo por dizer que raramente a uso (a carteira, não obrigatoriamente recheada - era bom, era!). Tenho várias, de cabedal, lindas, às cores, boas, caras, baratas, há de tudo (não de marca, credo, que não há tempo nem vagar para isso, já para não dizer que mais depressa compraria uma saco de viagem caro que uma carteira). Mas uso-a de vez em quando, quando a ocasião o exige, quando as minhas irmãs vão estar presentes (e me chateiam até ao tutano porque "tu isto e mais aquilo e mais não sei o quê" e aaaaargh!), etc.Também mencionei um cão grande e preto, que, apesar de obviamente não caber na carteira, fez mais do que uma vez com que a arma carregada nunca fosse precisa.

Além do Ronaldinho, há mais fenómenos no Brasil.
... diz Mário Machado. O líder nacionalista, um dos 36 arguidos a serem julgados por discriminação racial, assegurou hoje em tribunal que "nunca se considerou racista" e que "não tem qualquer ódio primário à raça negra" ou a outras (...).
Como toda a gente já sabe desde sábado (dia em que eu estou a escrever isto), apareceu, encafuado numa arrecadação do CCB, o quadro “Camões”, de Júlio Pomar, desaparecido há 4 anos. Por acaso, um quadro que eu adoro de um pintor que eu também adoro. Se bem me lembro, na altura houve uma investigação da PJ, apesar de não ter havido queixa por roubo, que supostamente escarafunchou todos os buraquinhos possíveis e imaginários de Portugal e arredores – incluindo os do CCB, o que já é estranhíssimo.
M. (vamos chamar-lhe assim) foi meu colega de liceu. Casou-se com uma pequena bonita lá da terra, teve o casal de rebentos da praxe e, à custa de muito suor e lágrimas (segundo ele), lá foi construindo o seu pézinho de meia. Os filhos, já grandes, são bons alunos, a miúda a fazer-se à faculdade (caso inédito na família), o miúdo convidado pelo Sporting a ingressar no plantel de esperanças (é assim que lhes chamam?), a empresa de comércio de pescados a dar os seus frutos – já tinham cada um o seu carrito, ele um Mercedes, ela uma carrinha, telemóveis topo de gama, televisão digital, etc – , ele tratava dos clientes e das entregas, ela da papelada. E a coisa ia andando.