julho 01, 2009

...

Ah, este orgulho que a noite me devolve
a língua forrada de palavras
e outros líquidos de amor
E a culpa do silêncio que me dás
na incerteza de qualquer verdade
De ti já pouco sei
De mim já me ignoro
Ah, este orgulho que a noite me devolve
e que me dói


Para a Pat, o meu metro e meio alentejano, que tenho a certeza que perceberia sem eu ter de lhe contar.


14 comentários:

Este Blogue precisa de um nome disse...

Voltaste.... ;)

maria teresa disse...

Está triste?

Pedro disse...

Gostei.

entremares disse...

Respeitável Bloguista:

Tal como os cracks, extasy, cannabis e outras folhas mais ou menos bem cheirosas, os leitores deste blog agradecem a dose diária.

Favor informar quando recomeça o fornecimento... ou se vai passar a distribuir para oura esquina.

Se for esse o caso, queira informar a nova morada onde poderemos ir reclamar a dose diária.

Assinado: Zé da esquina

Mad disse...

Este,
Não é definitivo :)

Maria Teresa,
Triste não é a palavra. Não estou cá :)

Pedro,
Para bom entendedor... :)

Zé,
Está descansado :)

Rita Vasconcellos disse...

Bonito.

Abraço
Rita V

ana v. disse...

Olha... e não é que a rapariga é poeta e eu não sabia???

What's up?

Mad disse...

Rita,
Não é?

m'Ana,
LOL! Não é meu...

João Paulo Cardoso disse...

Melhores dias Verão... let the sun shine in your hair.

Beijos.

Maria Carvalho disse...

O poema é da Manuela Amaral, mas é nossa, e grande, a preocupação por não a sentir jovial, criativa, o riso e o futuro em pessoa, como antes. Como vai?

Maria Carvalho disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Mad disse...

JP,
Toda eu brilho :)

Maria,
Haja alguém que a conhece, coisa rara. Não se preocupe que não é caso para isso, muito pelo contrário. Beijinhos :)

ana v. disse...

Não conhecia, realmente. Mas é costume dizer a autoria, menina...

JúliaML disse...

gostei muito deste poema, Mad , já o li várias vezes.

Boas férias!