Quarta-feira, Maio 7

Música

Há pessoas para quem a música é para ouvir. Só. Que conseguem dissertar e teorizar sobre ela, descrevê-la, analisá-la.

Eu não consigo. Só a consigo sentir, ouvir e principalmente dançá-la. Eu ADORO dançá-la. E tenho umas saudades enormes de dançar. De entrar numa pista e de me mexer* de olhos fechados até parar de exaustão ou, como aconteceu na maioria das vezes, as luzes se desligarem e me dizerem vá, amanhã há mais. Nem sequer me lembro da última vez que isso aconteceu. Deve ter sido há anos, esquisita como eu sou em termos de música. Talvez no Green Hill, no 2001 ou no Túnel, ou algures no Bairro Alto.
Quando eu digo dançar, quero dizer dançar. DANÇAR. Não é fazer teatro para inglês ver. É fechar os olhos e IR. Viajar pelos sentidos, pelo tempo, pela memória guardada, pelos sonhos futuros, pelos desgostos passados, pelos amores vividos, pelas paixões experimentadas, pelos orgasmos da vida, sejam eles literais ou não. Música, para mim, é dançar. E dançar é ouvir + sentir + exprimir através do corpo (e, por amor de Deus, é quase melhor que sexo). Se se souber a letra de cor, melhor - ou seja, o que eu acabei de dizer “ao quadrado”.

E acontece com várias músicas de que me lembro: Black Velvet da Allanah Miles, Urgent dos Foreigner, Baby I Love You dos Ramones, Another Brick In The Wall (e mais umas mil, ou seja, todas) dos Pink Floyd, Black Magic Woman (e mais umas mil, ou seja, todas) do Carlos Santana, Smoke On The Water dos Deep Purple, Once Upon A Time In The West (e mais umas mil, ou seja, todas) dos Dire Straits, You Can Leave Your Hat On (e mais umas mil, ou seja, todas) do Joe Cocker, Cose Della Vita do Eros Ramazotti, Eyes Without A Face do Billy Idol, Sexy Motherfucker e Time do Prince, Cocaine do J. J. Cale / Eric Clapton (e mais umas mil, ou seja, todas), Mamma dos Genesis (e mais umas mil, ou seja, todas), etc, etc, etc, ………...…….

Trouxe dois iPod’s. Um de 80 GB para o Diogo e um de 2 GB para mim. O meu não chega, claro (daaaaaaah!). Adiante. Mas agora danço em casa (eu e o Diogo não nos entendemos em termos de música) desde que tenho “o” iPod. O Diogo dorme e eu danço. DANÇO.


* Que verbo pobre...

Terça-feira, Maio 6

Minha Pátria é a Língua Portuguesa


MANIFESTO
EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA
CONTRA O ACORDO ORTOGRÁFICO

(Ao abrigo do disposto nos Artigos n.os 52.º da Constituição da República Portuguesa, 247.º a 249.º do Regimento da Assembleia da República, 1.º n.º 1, 2.º n.º 1, 4.º, 5.º, 6.º e seguintes da Lei que regula o exercício do Direito de Petição)
Ex.mo Senhor Presidente da República Portuguesa
Ex.mo Senhor Presidente da Assembleia da República Portuguesa
Ex.mo Senhor Primeiro-Ministro
1 – O uso oral e escrito da língua portuguesa degradou-se a um ponto de aviltamento inaceitável, porque fere irremediavelmente a nossa identidade multissecular e o riquíssimo legado civilizacional e histórico que recebemos e nos cumpre transmitir aos vindouros. Por culpa dos que a falam e escrevem, em particular os meios de comunicação social; mas ao Estado incumbem as maiores responsabilidades porque desagregou o sistema educacional, hoje sem qualidade, nomeadamente impondo programas da disciplina de Português nos graus básico e secundário sem valor científico nem pedagógico e desprezando o valor da História.
Se queremos um Portugal condigno no difícil mundo de hoje, impõe-se que para o seu desenvolvimento sob todos os aspectos se ponha termo a esta situação com a maior urgência e lucidez.

2 – A agravar esta situação, sob o falso pretexto pedagógico de que a simplificação e uniformização linguística favoreceriam o combate ao analfabetismo (o que é historicamente errado) e estreitariam os laços culturais (nada o demonstra), lançou-se o chamado Acordo Ortográfico, pretendendo impor uma reforma da maneira de escrever mal concebida, desconchavada, sem critério de rigor, e nas suas prescrições atentatória da essência da língua e do nosso modelo de cultura. Reforma não só desnecessária mas perniciosa e de custos financeiros não calculados. Quando o que se impunha era recompor essa herança e enriquecê-la, atendendo ao princípio da diversidade, um dos vectores da União Europeia.
Lamenta-se que as entidades que assim se arrogam autoridade para manipular a língua (sem que para tal gozem de legitimidade ou tenham competência) não tenham ponderado cuidadosamente os pareceres científicos e técnicos, como, por exemplo, o do Prof. Doutor Óscar Lopes, e avancem atabalhoadamente sem consultar escritores, cientistas, historiadores e organizações de criação cultural e investigação científica. Não há uma instituição única que possa substituir-se a toda esta comunidade, e só ampla discussão pública poderia justificar a aprovação de orientações a sugerir aos povos de língua portuguesa.
3 – O Ministério da Educação, porque organiza os diferentes graus de ensino, adopta programas das matérias, forma os professores, não pode limitar-se a aceitar injunções sem legitimidade, baseadas em "acordos" mais do que contestáveis. Tem de assumir uma posição clara de respeito pelas correntes de pensamento que representam a continuidade de um património de tanto valor e para ele contribuam com o progresso da língua dentro dos padrões da lógica, da instrumentalidade e do bom gosto. Sem delongas deve repor o estudo da literatura portuguesa na sua dignidade formativa.
O Ministério da Cultura pode facilitar os encontros de escritores, linguistas, historiadores e outros criadores de cultura, e o trabalho de reflexão crítica e construtiva no sentido da maior eficácia instrumental e do aperfeiçoamento formal.
4 – O texto do chamado Acordo sofre de inúmeras imprecisões, erros e ambiguidades – não tem condições para servir de base a qualquer proposta normativa.
É inaceitável a supressão da acentuação, bem como das impropriamente chamadas consoantes "mudas" – muitas das quais se lêem ou têm valor etimológico indispensável à boa compreensão das palavras.
Não faz sentido o carácter facultativo que no texto do Acordo se prevê em numerosos casos, gerando-se a confusão.Convém que se estudem regras claras para a integração das palavras de outras línguas dos PALOP, de Timor e de outras zonas do mundo onde se fala o Português, na grafia da língua portuguesa.A transcrição de palavras de outras línguas e a sua eventual adaptação ao português devem fazer-se segundo as normas científicas internacionais (caso do árabe, por exemplo).

Recusamos deixar-nos enredar em jogos de interesses, que nada leva a crer de proveito para a língua portuguesa. Para o desenvolvimento civilizacional por que os nossos povos anseiam é imperativa a formação de ampla base cultural (e não apenas a erradicação do analfabetismo), solidamente assente na herança que nos coube e construída segundo as linhas mestras do pensamento científico e dos valores da cidadania.
Os signatários,
Ana Isabel Buescu
António Emiliano
António Lobo Xavier
Eduardo Lourenço
Helena Buescu
Jorge Morais Barbosa
José Pacheco Pereira
José da Silva Peneda
Laura Bulger
Luís Fagundes Duarte
Maria Alzira Seixo
Mário Cláudio
Miguel Veiga
Paulo Teixeira Pinto
Raul Miguel Rosado Fernandes
Vasco Graça Moura
Vítor Manuel Aguiar e Silva
Vitorino Barbosa de Magalhães Godinho
Zita Seabra
...
Assine a petição
aqui. Fui a 13527ª.

Quarta-feira, Abril 30

Cheguei!

Desculpem-me a ausência, mas tenho andado ocupadíssima.

Para resumir, está tudo verde-verde-verde. O meu flamboyant está enorme, o Batata pesa mais 20 kg e tem mais meio palmo de altura, o jardim está uma selva, o Vasco está esquelético porque desaparece três dias seguidos e depois chega a casa e só come e dorme outros três, o Xuruca continua na mesma, bem-educado e obediente, a Maria está mais magra e com uma otite, os coqueiros e as almendras estão enormes e a mangueira está linda. Enfim, a vida seguiu mansa enquanto eu cá não estive.


A Paizinha quase chorou quando me viu: achava que eu já não voltava, apesar de o Diogo lhe jurar o contrário todos os dias. Trouxe-lhe de presente uma carteira prateada e umas sandálias de salto alto a condizer, grande moda na “órópa”, um perfume francês e roupa da Zara, marca “chique” que ela conhece das revistas e do meu armário. Adorou tudo. Está muito mais animada, fala pelos cotovelos e já recomeçou com as cantorias enquanto limpa as casas de banho.

E o meu Cachucho está lindo e querido como sempre. Tem mais uns brancos na barba e está mais magrinho, mas o sorriso e os olhões verdes continuam os mesmos. Deu-me um abraço de partir costelas quando saí do avião (entre outras coisas - eh eh eh).

Parece que eu trouxe o Sol. À parte a “pequena” tempestade tropical de ontem, que fez com que a casa ficasse ilhada outra vez e, à moda de Astérix, parecesse que o céu nos ia cair em cima da cabeça, a Natureza deu-me as boas-vindas. Ontem de manhã, enquanto passeava com o Xuruca pelos viveiros, no espaço de meia hora em que o sol saiu de trás das nuvens, assisti ao levantar voo simultâneo de milhares de borboletas amarelas, à passagem barulhenta de um enorme bando de catatuas verdes e à visita surpresa de um macaco-prego empoleirado no meu alpendre.
Cheguei ao Brasil pela última vez. Parece que agora o vejo com outros olhos.

Quarta-feira, Abril 16

De volta pro meu aconchego


A única música de forró que eu gosto. E aplica-se tão bem a hoje. Ou, mais concretamente, a depois de amanhã, quando embarcarei para o Brasil de volta pro meu aconchego...


Estou
De volta pro meu aconchego
Trazendo na mala bastante saudade
Querendo
Um sorriso sincero, um abraço,
Para aliviar meu cansaço
E toda essa minha vontade.

Que bom
Poder 'tar contigo de novo
Roçando o teu corpo e beijando você.
Prá mim tu és a estrela mais linda
Seus olhos me prendem, fascinam
A paz que eu gosto de ter.

É duro
Ficar sem você de vez em quando
Parece que falta um pedaço de mim.
Me alegro na hora de regressar
Parece que eu vou mergulhar
Na felicidade sem fim.

A M'Ana


... mudou-se para aqui, e parece (a avaliar pela decoração), que fez muito bem. Quem vai atrás?

PS - Fotografia fanadíssima à Sofia (e ai dela que refile!)

Idem


Pois. Nem eu.

Pipa, RN






Jamiroquai faz-me lembrar Pipa, da primeira vez que lá fui. A praia mais bonita do mundo.

Domingo, Abril 13

Retiro o que disse

... afinal funciona mesmo. Apareci em segundo lugar!!!

Quinta-feira, Abril 10

Qual Ana Malhoa nua, qual carapuça!

Se me dissessem que o meu blóguio ia ficar conhecido pela máquina de fazer o comer, eu não m'acreditava. Ó Teresinha, toma lá uma prenda, miga!


Quarta-feira, Abril 9

Ai o que eu gosto do Obama

A secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, admitiu hoje que é vergonhoso o facto de o ex-presidente sul-africano Nelson Mandela e o seu partido, o Congresso Nacional Africano (ANC), permanecerem na lista de organizações terroristas dos Estados Unidos. Aqui.







Deve ser logo a seguir ao Bin Laden.

«Nunca me considerei racista»

... diz Mário Machado. O líder nacionalista, um dos 36 arguidos a serem julgados por discriminação racial, assegurou hoje em tribunal que "nunca se considerou racista" e que "não tem qualquer ódio primário à raça negra" ou a outras (...).

Quando cometer um crime, quero ter o mesmo advogado que ele.

PS - E não é que o estupor tem um blog???

Este planeta está louco!

E há quem ainda ache que não precisamos de nos preocupar muito com as emissões de gases para a atmosfera e os consequentes rombos na camada de ozono. Lá as tempestades na Madeira, ainda vá... mas um tornado em Santarém???

Vá, toca a reciclar, poupar água e energia, andar mais a pé (que, diga-se de passagem, além de fazer bem ao planeta, também faz maravilhas ao rabo), usar menos detergentes, comprar um filtro de água para não andarem sempre a comprar garrafas de água mineral, plantar mais árvores, fechar a água do duche enquanto nos ensaboamos, etc, etc, etc...

Sábado, Abril 5

Velho o caraças!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Foi liiiiindo!

Dancei como não dançava há séculos e descobri que, depois de vinte anos, ainda sei 98% das letras de cor. Liguei para o Brasil para uma transmissão live, a acústica do Campo Pequeno é perfeita para concertos, a sushizada no Japa (e o Quinta de Cabriz, então...) estava excelente. Foi tudo MUITO BOM.

A Patrícia fez-me sorrir, o Joca fez-me invejar o seu 1,90 de altura, a Ana fez-me pensar e ter vontade de desatar a contar-lhe coisas (já começa a tornar-se um hábito...), o Kiko fez-me rogar-lhe pragas (que mania de pagar tudo!), a música fez-me dançar, a noite toda fez-me desejar que não estivesse a 40 km de casa...

Ai, quero mais disto!

Sexta-feira, Abril 4

Hoje à noite


... vou vê-lo ao Campo Pequeno e depois conto.

Domingo, Março 30

Não resisto




Sábado, Março 29

Hoje


... vamos perder uma hora inteirinha de vida: à meia-noite será uma da manhã.

Gostava muito de ir lá






... e aqui também.





Quarta-feira, Março 26

Hoje é dia de

...festa!!!
Não perguntem porquê. Só fiquem felizes por mim. Hoje, chegou ao fim uma fase que eu ansiava por ver pelas costas e abre-se um risonho leque de possibilidades futuras.
PS - Queria ter posto a tocar The Bitch is Back, mas não existe no imeem...

Terça-feira, Março 25

Hoje

... tive que telefonar para um banco em Paris.

Ora eu tenho não sei quantos anos de Alliance e tive um emprego onde falava francês todo o santo dia por cinco anos, mas não falava a língua de Molière há uns bons quinze. E à excepção de uma jantarada bem regada a caipirinhas há uns meses, onde desatei a parler com tal desenvoltura que me disseram que parecia acabadinha de chegar da Avenue Foche, não tenho tido oportunidade de praticar muito.
Mas, pensei eu com os meus botões, isto vai ser canja. É como andar de bicicleta, passados 10 segundos vem tudo à memória, blá blá blá.

Respirei fundo, fiz a chamada... e só disse asneiras. Parece que agora há uma relação directa entre a minha habilidade para falar línguas e a quantidade de cachaça que ingiro...

Soluços

video

Para me pôr bem disposta logo de manhã, nada como as coisas simples.

Sexta-feira, Março 21

Boa Páscoa a todos



















Sábado, Março 15

Para todos e para cada um

Imagem assumidamente fanada à Maria.

Ontem jantei em casa do Cenoura e da Ana, com o grupo que foi ao Brasil em Fevereiro. Foi uma delícia, tanto o jantar (um bidon de sangria de champanhe óptima e queijinhos de entrada, picanha, feijão, arroz, uma salada de comer e chorar por mais e até um prato de bacalhau para os católicos - estava tudo espantoso, Ana!), numa casa linda de morrer, como o grupo em si, de gente gira, desempoeirada, bem disposta, e que me recebeu como se me conhecessem há anos - e só alguns deles me conheciam, e mal.
Adorei cada minuto. O sorriso rasgado do Joca à chegada, a dizer orgulhosamente a toda a gente que tinha sido ele que nos tinha apresentado, a mim e ao Diogo (por acaso não foi, mas adorei a expressão dele), os braços abertos do Cenoura, da Ana e de todos os outros, sem excepção. A conversa divertidíssima que tive com a Isabel (acertei no nome? - uma mulher de armas) e a séria que tive com o Xenico (que me vai resolver um problema logístico que tenho em casa e que deve pesar uma tonelada), com o Kiko (um bem disposto) e a Madalena (minha xará - e já tenho dentista em Portugal!), só para mencionar alguns. Mas o ponto (mais) alto da noite foi a conversa com a Ana, a nossa anfitriã, que adorei. Foi a segunda vez que a vi, e já da primeira vez eu tinha percebido que ali estava uma pessoa que, definitivamente, valia a pena conhecer. E não falo só das preferências musicais que temos em comum: tenho a certeza absoluta - daquelas imorredouras - que seremos grandes amigas.
O que me derreteu por dentro: havia um guardanapo de pano com o meu nome bordado. Eles têm um para cada amigo, ou seja, uma gaveta cheia deles, porque os amigos são muitos. Gesto que vou copiar, assumidamente, porque achei encantador. Aquele guardanapo foi a prova viva que eu era querida ali. Claro que já está agendada uma jantarada na nossa casa na Azambuja, assim que eu e o Diogo nos mudarmos definitivamente para cá, o que já esteve muito mais longe.
Obrigada, Santamarotos. Obrigada, Cachucho, por teres amigos deste calibre. Mais uma prova de que tu és o amor da minha vida e das outras seis vidas que eu vou ter.
PS - Dieta? Com um acolhimento destes? Quero lá saber! Antes ser gorda toda a vida que não os conhecer!

Quinta-feira, Março 13

O meu sogro


... fez 60 anos hoje. Agora diz que é sexygenário.

Sou eu que


... estou armada em beata puritana, ou esta história de uma pessoa se poder divorciar em 20 minutos passa um bocadinho das marcas? Bom, se alguém estiver interessado, a promoção é aqui.

R.I.P.

Flores, eternas e muitas, para uma mulher espantosa que morreu hoje e deixou um vazio tão grande no coração do seu filho, o meu melhor amigo.

Quarta-feira, Março 12

SMS recebido hoje de manhã:


Atão? Já tás boa cumó milho, não? Mas não te esqueças que eu eu gosto de ti de qq maneira. LUV U.


Roam-se.

Terça-feira, Março 11

A propósito,


... acabei de fazer um blóguio novo para ir pondo os resultados da dieta. Querem ir lá dar uma espreitadela?

Segunda-feira, Março 10

Convite

Tenho a avisar o respeitável público que perdi 3 kg nos últimos 15 dias. Se alguém estiver interessado em fazer a melhor dieta do mundo, recomendada pelo prof. Machado Caetano (filho do ex-bastonário da ordem dos médicos, amigo e colega de curso da minha mãe) e por Luís Ignarro, Nobel da Medicina no mesmo ano em ganhou o Saramago, com a qual não se passa fome (muito pelo contrário!), desaparecem as dores nas costas e a celulite, a pele resplandece e a gente se levanta da cama num pulo como se tivéssemos 14 anos outra vez, perguntem-me como!

Sexta-feira, Março 7

Ingratidão

A Família, Tarcila do Amaral


É, quanto a mim, dos sentimentos mais feios que se pode ter. Vi isso ontem, a propósito de alguém que, fazendo parte da família recentemente, não só não aprendeu as regras que nos regem, como faz tenção de impôr as suas e de nos pregar lições de moral. De alguém que não tem a mesma educação e os mesmos valores e que não percebe que o nosso núcleo duro é inquebrável, por mais brigas, insultos e/ou discussões que aconteçam: foi assim que fomos ensinados. Partir do princípio que as intenções de alguém do nosso sangue podem ser questionáveis - quanto se tem provas esmagadoras do contrário -, é também algo que eu, apesar de 8 anos de Brasil que me diminuíram a crença cega na bondade da natureza humana, não aceito.

Quarta-feira, Março 5

Pedro e o lobo



Pois é. Depois corre-se o risco de ninguém acreditar na história da próxima vez. Talvez não da próxima, mas na outra a seguir...