janeiro 29, 2009

Atrasada, como sempre


Um beijo à T., que perdeu ontem a sua Messy. Sei tão bem o que ela está a passar. Era, provavelmente, a gata mais bonita do mundo. Talvez um dia, em sua homenagem, ela vos conte a verdadeira história de Messy.

8 comentários:

Alguém disse...

Eles sabem sempre voltar para casa... há que não perder a esperança :)

beijinho

Diabba disse...

Nem tenho coragem de ligar à T. .
Foi mais fácil ligar-te a ti :( apesar de tudo...

beijo d'enxofre

Mad disse...

Alguém,
Para onde ela foi não há volta, infelizmente.

Diabba,
Liga-lhe, que ela gosta.

CoRa disse...

Parece mesmo que viraste nossa ponte... com medo de incomodá-la. Acho mesmo que a Messalina mereça um livro de contos. Beijos e obrigada pelo retorno.

PKB disse...

Faz lembrar a minha Carlota (graças a Deus, vivinha da silva). Nós, que temos animais, percebemos bem a dor de os perder.
Beijinho!

(p.s. não consideras a hipótese de abrir os comentários a toda a gente? tenho de estar a mudar o endereço de gmail com que estou a trabalhar para te comentar, mulher ai ai ai ... trabalheira!)

Mad disse...

Cora,
De nada.

PKB,
Os teus desejos são ordens... até ao primeiro comentário anónimo e estúpido que me apareça.

Teresa disse...

Obrigada, obrigada.

Messy era linda, não era? A Audrey Hepburn das gatas... E lembro-me tão bem do dia de Primavera em que este retrato foi feito...

E não, continuo a achar que o mundo ainda não está preparado para a verdadeira história de Messy. Ou tu achas que está?

Minha querida Diabba,
Eu conheço-te. Conheço o teu coração. Não me teres dito nada é bem significativo do que te afligiu, nem era preciso teres passado pelo mesmo há tão pouco tempo. E até foi bom que não me tivesses telefonado, porque eu ia chorar (tu não, claaaaaaro, que és uma Diabba empedernida), e chorar é coisa que tenho feito muito nestes dias. Arranco da secretária para a casa de banho numa corrida porque a dor ataca de repente e é irreprimível, e não quero chorar no gabinete. E volto a lembrar-me das enormes, imensas palavras de Oscar Wilde, que, numa carta a um amigo que tinha acabado de perder uma filha, o aconselhava a trabalhar, a trabalhar muito, a atordoar-se em trabalho. E dava o seu próprio exemplo com esta frase que nunca esqueci: «Work has never been a reality to me, but a way of getting rid of reality

É assim que funciono no Colosso. Quanto mais trabalho... melhor. Mas depois... quero voltar cedo para casa, one Agri está sozinha e desorientada e precisa de mim (como eu preciso dela).

A todos: muito obrigada pela solidariedade.

PKB disse...

Aparecem assim tantos? No "Molho" o pessoal porta-se bem! (aquela compota ainda me está a dar água na boca... chlep!)

Beijinhos, querida!