Mas arranja-se sempre um tempinho para pensar na vida. Nem que seja para fugir dela a sete pés.
setembro 29, 2008
setembro 27, 2008
setembro 25, 2008
setembro 23, 2008
setembro 22, 2008
Parece impossível
Estou cá há quase um mês e não telefonei nem a metade das pessoas a que devia. Visitas então nem se fala. Até a minha Tia Lurdes, a quem devia ter ido ver meia hora depois de aterrar, teve de vir cá. A Kika (grávida de oito meses - qualquer dia desova e eu sem a ver!), a Flora e a Isabel são exemplos de desgraçadinhas a quem não ligo nenhuma. Mas ando às voltas com os homens do chão, o pedreiro, os do fogão da sala, o pintor, o electricista, etc... divertidíssima, diga-se de passagem.
Prometo que quando a casa estiver pronta dou uma festa de arromba e convido tudo ao mesmo tempo. Nem que seja para ver a Tia Lurdes a olhar por cima dos óculos com ar profundamente desaprovador para o grupo de Oeiras a fazer desaparecer álcool à velocidade do som.
Prometo que quando a casa estiver pronta dou uma festa de arromba e convido tudo ao mesmo tempo. Nem que seja para ver a Tia Lurdes a olhar por cima dos óculos com ar profundamente desaprovador para o grupo de Oeiras a fazer desaparecer álcool à velocidade do som.
Obras 2
setembro 19, 2008
setembro 18, 2008
setembro 17, 2008
Obras 1
Eu gosto de obras. Gosto não, adoro. Devo ter sido pedreiro noutra vida. E tenho a minha casa em obras, portanto estou nas minhas sete quintas.Mas irra, que está tudo caríssimo! Já uma pessoa não pode afagar e envernizar um chão, fazer uma lareira para um recuperador de calor e uma casa-de-banho nova sem se empenhar até ao tutano, caraças!
Mas a casa vai ficar liiiiiinda. Ao menos isso.
setembro 16, 2008
"Deve ser primo do Xuruca..."
... diz-me a Flora, que amorosamente me mandou este vídeo. Primo? Deve ser é o irmão mais velho!
setembro 15, 2008
Parabéns
setembro 14, 2008
Love is the air


Ontem foi o casamento da minha cunhada mais nova, Joana com o Artur. A missa foi à tarde, na igreja de Sto. Amaro de Oeiras e os comes na Quinta da Murta, em Bucelas, num sítio lindo com vista para os vinhedos da quinta. Estava tudo óptimo, e outra coisa não seria de esperar, desde o jantar - com realce para a mesa das sobremesas, de babar - a acabar nos vinhos, produção da quinta.Mas o destaque mesmo foi para os noivos. São os dois meio doidos e divertidíssimos. A Joana (alta, magra e loira, linda de morrer), ia de vestido comprido e ténis de saltos altos (não são os da fotografia, não achei iguais). No jantar, entraram os dois aos pulos pela sala fora de kangoo jumps, ele de fraque e ela de vestido arregaçado, direitos à pista a dançar ao som dos Abba! De morrer a rir. Depois, já se sabe, foi dançar até às quinhentas.
setembro 12, 2008
setembro 10, 2008
Vasco, o príncipe gato
Passou dois dias em casa do seu Raimundo, o vigia do hospital, que pôs uma cidadezinha inteira em polvorosa à procura dele para ganhar os 300,00 reais de recompensa que lhe tínhamos prometido se o encontrasse (sim, que não foi por amor aos animais!). Depois de ter sido resgatado pelo Jack, um amigo que teve a pachôrra de fazer 600 km de táxi para o ir buscar e mais 200 km para o levar à fazenda e entregá-lo no colo da chorosa Paizinha, que não sabe se chora mais por nos termos vindo embora se pelo facto de o gato ter fugido.
Sua Excelência chegou, miou durante uma hora ao colo da bábá (provavelmente a queixar-se do pai, que o deixou ao relento longe de casa), comeu um kilo de ração e dormiu durante 24 horas seguidas, como é seu costume. A esta hora já anda à briga com os outros gatos da fazenda, o seu desporto preferido.
300,00 de recompensa + 550,00 do táxi = ARRE!
setembro 08, 2008
Finalmente em casa
Depois de uma viagem que dava uma novela - em que viajámos separados, qual família real - chegámos para ficar. Estamos provisoriamente instalados com a minha irmã, emquanto a parte da casa onde vamos ficar está em acabamentos. Nos últimos dias temos estado a ambientar-nos, a arrumar coisas, a abrir malas e a tentar fazer com que os quatro cães (a minha irmã tem mais uma cadela para ajudar à festa) não se matem uns aos outros.
Já agora, aproveito o ensejo que se me oferece (adoro esta expressão) para agradecer a todos os emails, SMS e telefonemas de boas-vindas a que eu não respondi. Prometo que falo com toda a gente quando tiver tempo.
A minha viagem até correu bem, à excepção de que quase não embarquei por faltar um papel qualquer que ninguém - nem a TAP, nem o Consulado, nem a D. G. de Veterinária - teve o obséquio de me informar que era preciso. Lá resolvi, à tuga, ou seja, com um grande teatro. Uma hora de barco, sete horas de carro, quatro no aeroporto de Fortaleza, sete de avião, mais duas no aeroporto de Lisboa e, finalmente, meia de carro até poder soltar os canitos já em casa. Resumindo, 24 horas de viagem seguidas.
A odisseia do Diogo foi muito pior. Eu viajei com o Xuruca e a Maria (os mais civilizados), ele com o Batata e o gato Vasco (os selvagens). Na primeira paragem para água, xixis e afins, o gato fugiu, perto de um hospital a 300km de casa... Lá andou o desgraçado do Diogo por montes e vales à procura dele, enquanto o motorista tremia que nem varas verdes com o Batata pela trela, ameaçado de tortura e assassínio se o deixasse fugir. Depois de mais uma hora, o Diogo deixou uma recompensa principesca ao vigia do hospital, que prometeu procurar o selvagem, mas não teve outro remédio senão seguir viagem, cheio de remorsos e atrasadíssimo.
Nova fita no aeroporto. Quem é que consegue enfiar um rottweiler de 60 kilos a bem dentro de uma caixa com menos de um metro quadrado? Ui... Lá conseguiu, depois de sedado.
Como se não bastasse, enquanto estava na fila do check-in, com o cão dentro da caixa, aparece-lhe um canito pequeno à solta a ladrar que nem um doido, de volta das malas dele e da loira que estava à frente dele na fila. Atrás dele apareceu um tipo mal encarado, que se identificou como polícia federal e que o mandou, a ele e à loira, abrir as malas. Claro que a loira por essa altura já estava encarnada que nem um tomate e a tremer que nem varas verdes e o Diogo, pelo contrário, furioso com mais um pepino para resolver e cheiinho de vontade de bater na loira, no polícia e no canito. Para resumir a história, a bifa foi presa por ter cocaína dentro do forro da mala, mas o desgraçado do Diogo não se safou de abrir as malas todas. Por essa altura, como podem imaginar, já estava morto de cansaço, furioso e sujo, e não teve sequer tempo para mudar de roupa antes de entrar no avião, pois embarcou à última da hora.
Bom, lá embarcou e chegou a Lisboa. Foi buscar as malas e preparava-se para ir buscar o cão. Depois de mais de uma hora à espera, apareceu-lhe uma funcionária a perguntar se ele era o dono do rottweiler que tinha chegado do Brasil. A caixa do cão tinha caído de cima da passadeira, tinha-se partido e o Batata andava há pelo menos uma hora a passear pela pista, no meio dos aviões, na maior (completamente pedrado) e com uma data de gente morta de medo a olhar para ele de longe!
Enfim, acho que nem Ulisses teve uma viagem tão atribulada. Portanto, se alguma vez eu disser que levo os cães de avião para algum lado, batam-me. Com força.
Já agora, aproveito o ensejo que se me oferece (adoro esta expressão) para agradecer a todos os emails, SMS e telefonemas de boas-vindas a que eu não respondi. Prometo que falo com toda a gente quando tiver tempo.
A minha viagem até correu bem, à excepção de que quase não embarquei por faltar um papel qualquer que ninguém - nem a TAP, nem o Consulado, nem a D. G. de Veterinária - teve o obséquio de me informar que era preciso. Lá resolvi, à tuga, ou seja, com um grande teatro. Uma hora de barco, sete horas de carro, quatro no aeroporto de Fortaleza, sete de avião, mais duas no aeroporto de Lisboa e, finalmente, meia de carro até poder soltar os canitos já em casa. Resumindo, 24 horas de viagem seguidas.
A odisseia do Diogo foi muito pior. Eu viajei com o Xuruca e a Maria (os mais civilizados), ele com o Batata e o gato Vasco (os selvagens). Na primeira paragem para água, xixis e afins, o gato fugiu, perto de um hospital a 300km de casa... Lá andou o desgraçado do Diogo por montes e vales à procura dele, enquanto o motorista tremia que nem varas verdes com o Batata pela trela, ameaçado de tortura e assassínio se o deixasse fugir. Depois de mais uma hora, o Diogo deixou uma recompensa principesca ao vigia do hospital, que prometeu procurar o selvagem, mas não teve outro remédio senão seguir viagem, cheio de remorsos e atrasadíssimo.
Nova fita no aeroporto. Quem é que consegue enfiar um rottweiler de 60 kilos a bem dentro de uma caixa com menos de um metro quadrado? Ui... Lá conseguiu, depois de sedado.
Como se não bastasse, enquanto estava na fila do check-in, com o cão dentro da caixa, aparece-lhe um canito pequeno à solta a ladrar que nem um doido, de volta das malas dele e da loira que estava à frente dele na fila. Atrás dele apareceu um tipo mal encarado, que se identificou como polícia federal e que o mandou, a ele e à loira, abrir as malas. Claro que a loira por essa altura já estava encarnada que nem um tomate e a tremer que nem varas verdes e o Diogo, pelo contrário, furioso com mais um pepino para resolver e cheiinho de vontade de bater na loira, no polícia e no canito. Para resumir a história, a bifa foi presa por ter cocaína dentro do forro da mala, mas o desgraçado do Diogo não se safou de abrir as malas todas. Por essa altura, como podem imaginar, já estava morto de cansaço, furioso e sujo, e não teve sequer tempo para mudar de roupa antes de entrar no avião, pois embarcou à última da hora.
Bom, lá embarcou e chegou a Lisboa. Foi buscar as malas e preparava-se para ir buscar o cão. Depois de mais de uma hora à espera, apareceu-lhe uma funcionária a perguntar se ele era o dono do rottweiler que tinha chegado do Brasil. A caixa do cão tinha caído de cima da passadeira, tinha-se partido e o Batata andava há pelo menos uma hora a passear pela pista, no meio dos aviões, na maior (completamente pedrado) e com uma data de gente morta de medo a olhar para ele de longe!
Enfim, acho que nem Ulisses teve uma viagem tão atribulada. Portanto, se alguma vez eu disser que levo os cães de avião para algum lado, batam-me. Com força.
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