Tanto nos faz dizer coisas que não queremos a quem não queremos, como ainda por cima dizer tudo errado.
Mas arranja-se sempre um tempinho para pensar na vida. Nem que seja para fugir dela a sete pés.
novembro 16, 2011
junho 25, 2011
Retrato da blogosfera
O mundo dos blogues não é, como se diz por aí, um retrato fiel do mundo fora do computador. É pior, muito pior. É um mundo onde há nicknames, avatares, identidades inventadas, máscaras, perigo, impunidade, anonimato. Onde pessoas habitualmente controladas pelos travões sociais podem esquecê-los e agir como se fossem donas do mundo. Com uma sensação enorme de poder. E muita covardia, claro, mas isso já se sabe.
É uma amostra não da vida real, com os seus filtros sociais, mas do que se passa na parte mais profunda da consciência individual. A pessoa por detrás do blogger, quer queiramos quer não, é muito pior do que o blogger. A coberto do anonimato, é capaz de actos e afirmações que nunca faria pessoalmente, seja por covardia, seja por medo de represálias, seja por que tem consciência de que a sua vingança é muito mais errada do que aquilo que a provocou.
Um sítio onde se ultrapassam todas as fronteiras da decência, todas as regras de conduta, onde se projectam rancores e ressabiamentos, fúrias e invejas disfarçadas, amores frustrados, onde, sem censura, se exerce a vingança suprema de atacar aquilo que é mais sagrado ao indivíduo: a sua vida privada.
A blogosfera é mais real que a própria realidade, por que um blogger se pode comportar como se fosse um líder maléfico de um império inventado onde reina em absoluto, onde tem poder total sobre a vida dos seus súbditos e dispõe dela como lhe apetece, para seu divertimento ou vingança. Tem liberdade, por ter impunidade (ou achar que a tem), para ofender, humilhar, enxovalhar, espezinhar, inventar, photoshopar fotografias, transformar meias verdades em mentiras rotundas, atacar, do alto da sua torre, a jugular do seu inimigo.
Não, não tenho saudades.
junho 22, 2011
junho 16, 2011
Tomem lá.
Uma Vez Que Seja - Antonio Zambujo, letra de Ana Vidal by madalenavidal
junho 13, 2011
Funny…
E posta, e reposta, e edita, e re-edita, e escreve, e reescreve… ufa!
Capítulo #347
Pela milésima vez, eu não ameacei criança nenhuma. Não sabia da existência de tal criança até há 3 semanas, continuo a não saber se é loiro, moreno, grande ou pequeno. Não que me interesse particularmente. Só lhe desejo que cresça saudável e que seja feliz, na medida em que uma criança que tem uma mãe com um desequilíbrio deste calibre o pode ser.
Também não ameaço “partir os dentes ou a tromba” às pessoas, isso é linguagem de peixeira. Ameacei-a, sim, e desde o princípio, com aquilo que sempre tencionei fazer, e que é um processo judicial. Cumpri.
Aliás, ameaças físicas só mesmo as dela e das amigas; minha não vão ver uma em lado nenhum, pela simples razão de que nunca foi feita.
Continuando, quem “alegadamente” – e as aspas aqui têm importância - lhe ameaçou o “menino” (que, btw, é termo que também não uso) foi um comentador anónimo. O porquê de o ter feito não sei, mas das duas uma: ou tomou as minhas dores, e nesse caso só desajudou; ou então não existe de todo, e foi a própria criatura que ficou sem argumentos – o que é o mais provável. É que, segundo consta, há sempre um anónimo amigo que aparece nas alturas mais convenientes para ameaçar a criança. Nas VÁRIAS alturas, é bom que se note. Há historial.
O porquê de ela embirrar comigo? Bom, ela embirra com uma série de pessoas, é facto sabido por essa blogosfera fora. Mas porquê eu, que andava fora da blogo há 2 anos? Estou convencida que foi por que sou muito amiga da Teresa, a quem defendi uma ou duas vezes em situações em que foi indecentemente atacada. Porque a Teresa é cuidadosa com quem aceita no facebook e eu não sou (ou não era, estamos sempre a aprender). Porque foi fácil, sabendo que somos grandes amigas, procurar fotografias dela, que certamente estariam na minha página, como de facto estavam.
Eu nunca tinha prestado atenção a esta criatura, à sua vida e/ou à da sua família antes disto acontecer. Como foi ela parar ao meu facebook? Boa pergunta. Não me lembro. Tenho uma vaga ideia que migrou do twitter no tempo em que eu tuitava - há mais de dois anos, altura em que tirei férias deste blogue. Ou talvez até de antes disso. Não sabia nem da sua existência anódina até às mesmas 3 semanas atrás, altura em que fui confrontada com um blogue fantasma que incluía fotografias roubadas do meu facebook (e não só) e ofensas pessoais do mais baixo nível. Blogue esse que foi criado exclusivamente para este efeito e que esteve escassas horas no ar. Mas esta história já vocês sabem. E se não souberem e fizerem muita questão de saber, podem procurar aqui, aqui e aqui.
A criatura, além dos outros distúrbios, também é hiperactiva. Ela posta, reposta, edita, apaga, volta a editar, abre o blog, fecha o blog, apaga o blog. Que canseira. E agora vem com uma ameaça nova, que é de aproveitar este caso e pôr-me na Craigslist. Obrigada, T, por lhe dares estas ideias :-)
Bom, esta última ameaça procupa-me, de facto. Porque, ao contrário dela e das amigas lacraias, eu não me escondo atrás de um nickname ridículo ou de um avatar que parece a namorada do Chucky. A fotografia que vêem é a minha cara em grande plano, o nome do email é o meu. Portanto, se aparecer na primeira página do Correio da Manhã que fui selvaticamente atacada por adeptos do Portimonense e/ou ferozes praticantes de Krav Magá (google it), já sabem o que se passou.
Quanto às lacraias que rodeiam fatalmente criaturas deste género, e que fizeram a fineza de comentar no post anterior, tenho umas coisinhas a dizer-vos:
A primeira é que vos fica bem defender uma amiga. Mas defendam-na no território dela ou no vosso, por favor. Não venham para aqui incomodar os meus 3 ou 4 leitores. E já agora play by the rules, não custa aprender. Lembro-me que alguém me disse, também há 3 semanas, para não me meter numa luta que ia fatalmente perder por haver um limite do qual eu nunca desceria. É uma maçada ter educação.
A segunda é recomendar-vos que se inteirem em primeiro lugar do que realmente se passou e que não aceitem como verdade incondicional o que é afirmado sem provas. Porque, comentando anonimamente, nao há garantia nenhuma de que não tenha sido a própia a fazê-lo, ou um qualquer anónimo que ela de vez em quando incita a comentar em posts do género "vá anónimos, comentem agora à vontade que deixo passar tudo!" quando quer que as pessoas que expõe sejam publicamente enxovalhadas. Como calculam, quem realmente se preocupa com este tipo de comentários e ameaças ao seu filho não permite comentários anónimos e muito menos os publica, ponto final.
A terceira é para não se preocuparem em descer o vosso nível. É tarefa impossível.
A última é simplesmente XÔOOOO.
junho 12, 2011
Look who's baaaack!!!
Engraçado, todos os "tais" posts desapareceram, e todos os que foram postados hoje têm a mesma hora :D



