maio 11, 2009

Venham mais 2

(o bolo foi fanado à Leonor, a melhor patissière - e a mais gira - do planeta)

2 anos já cá cantam.
624 postas de pescada.
4 mil seiscentos e tal comentários.
E quase 45.000 cuscos. 
Os parabéns são para mim, mas isto sem vocês era uma seca :)))

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maio 10, 2009

Sabe tão bem.

Tornei-me revivalista à força. Também me tornei nostálgica, patriotico-fanática e sentimentalona, mas isso agora não tem nada a ver, como diria a outra. Ou tem. Por acaso até tem. Digo isto porque nunca fui nada que se parecesse, nem remotamente (a idade a distância fazem coisas estranhas às pessoas...), e achava uma pieguice monumental sê-lo até há bem pouco tempo.

Este fim-de-semana estou sozinha, o Diogo viajou para o Brasil por umas semanas (buáaaaa!). E, por circunstâncias nada agradáveis, diga-se de passagem, a Isabel, minha amiga de infância, terá de passar os próximos fins-de-semana aqui na Parvónia. Vai daí, proporcionou-se ontem uma tarde daquelas. Veio ela e o irmão mais novo, que até há uns anos era invisível (amigo do meu irmão mais novo e portanto puto, não sei sei se estão a ver?...) O puto R. é hoje em dia um advogado de primeiríssima linha, está muito bem casado e com filhos (liiiiindos!), com interesse, com conversa e mais: tem uma memória inesgotável para histórias antigas das nossas duas famílias. 

Eu, que perdi o meu Pai quando tinha 21 anos - e ele esteve doente e muito diminuído por um enfarte (aos 50 e poucos!) nos últimos dez anos de vida - adoro ouvir o R. contar as histórias que ouve do Pai dele (eram grandes amigos), que me dão a conhecer uma faceta profissional do meu Pai de que eu não tinha a mais leve noção.

Por ele (shame on my sisters!), fiquei a saber que o meu Pai introduziu a suinicultura intensiva em Portugal (os pavilhões do meu Pai foram os primeiros do país - e ainda existem), que era uma sumidade e dava ordens ao país inteiro na matéria, e que dava consultoria para toda a Europa - eu, que achava que ele era veterinário e agricultor... - e que só não foi administrador da maior fábrica de rações do país porque teve um enfarte entretanto, e os cabrões dos americanos aproveitaram-se desse facto.

Também soube que a minha Mãe - além de directora de um hospital e delegada de saúde por décadas a fio - quando veio para cá, há mais de cinquenta anos, fez um trabalho importantíssimo de cariz não só médico como social (sem ganhar mais por isso - típico dela...). Este concelho (que é enorme, diga-se de passagem) deve-lhe a erradicação total de algumas doenças epidémicas graves, a informação porta-a-porta (literalmente!, disso lembro-me, acompanhei-a muitas vezes em miúda) sobre cuidados de higiene básica, desinfecção de alimentos e coisas assim. Coisas que hoje em dia toda a gente sabe, mas que naquela altura não era bem assim.

Ainda vou escrever muito sobre o que era a Parvónia há quarenta anos...
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Express yourself

Adorável Scarlett.
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maio 07, 2009

Ainda não emagreci nada

(imagem fanada à Filipinha, minha companheira de jornada)

... apesar de hoje me ter portado lindamente. Não comi quase nada o dia todo. Lá borreguei ao jantar e comi um bocadito microscópico de tarte de galinha, pronto. Uma migalha, juro, com meio kilo de alface iceberg que a minha sogrinha me mandou de presente (na Parvónia não há disto). Amanhã é outro dia, uma pessoa não é de ferro e eu tinha de alimentar a enfardadeira cá de casa, que continua alegremente a enfiar bifes de kilo sem engordar uma grama. O que vale (só neste aspecto, claro) é que vai amanhã para o Brasil, e assim posso despejar o frigorífico e a despensa e enchê-los de alfaces, água e assim.

Ah, continuo firmemente convencida que todas as terapeutas são sádicas - e ainda bem, ou com tanto prazer em torturar o próximo seriam no mínimo serial killers.
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maio 06, 2009

Morte às nãoseiquantasterapeutas!!!


Primeiro fui medida de cima a baixo, com ela de narizinho franzido de num sei não. Depois fui literalmente lixada (de lixa), oleada e levei uma tareia nos costaços que até gani. Depois enfiou-me num forno, digo, manta térmica, e deixou-me ali a fumegar por 20 minutos, ao som de canto gregoriano (aaaaargh!). Depois pegou numa seringa fininha (dizia ela) e aí é que eu vi a minha vidinha a andar para trás. Picou-me e picou-me e picou-me umas mil vezes em tudo o que era pneu. Nesta altura eu já pensava se lhe mandava a panela de cera quente acima ou lhe partia o nariz com um penico de inox (juro que era parecido) que por lá andava. 

Segunda-feira lá estou eu outra vez, mas juro que levo uma faca, um valium 10 no bucho e um CD de chill-out, que não sei o que me doeu mais: se as injecções se o canto gregoriano.
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É agora



Faltam só vinte e cinco minutos para eu dar o grito do ipiranga. Vou começar um tratamento integrado (coisa chique) de dieta, nãoseidasquantasterapia, massagens, nutricionista e o diabo a sete, que promete tirar-me 15 kilos, toda a celulite (ya ya), dez anos de vida (da passada, não da futura, credo) e umas quantas centenas de euros, já se sabe. Garantido, garantido, é tirarem-me estes últimos, o resto logo se vê.

Isto, a juntar ao ginásio e à dieta da sopa que começo amanhã, é capaz de dar algum resultado.

Já sabem, se daqui a uns meses acharem que se estão a cruzar com a Gisele morena, não é ela, sou eu.

A nãoseiquantasterapeuta diz que o optimismo é muito importante no tratamento.

maio 05, 2009

Tenho saudades

  • do passeio que dei sozinha na foz do rio (qual?) que desagua na praia da Amoreira e dos cinco kilos (pelo menos) de pedrinhas pretas em forma de palito que lá apanhei;
  • de acordar com uma galinha à janela no meio de nenhures no monte da D. Adília, perto da Zambujeira;
  • das tiras de raia frita, da cataplana de peixe misto, dos camarões-tigre grelhados, mas principalmente das amêijoas que comi no Sítio do Forno;
  • da Paula, uma querida, empregada do Sítio do Forno, que nos arranjou uma casa às 11 da noite de sábado de um fds grande;
  • da vista do Sítio do Forno;
  • de me debruçar nas rochas da não-praia da Azenha do Mar;
  • de gastar uma fortuna em pulseiras, colares, saias de cigana, calças saruel, etc., nos ciganos de Porto Covo;
  • dos percebes que comi em Aljezur (os melhores de todos);
  • dos montes abandonados por todo o lado que eram a minha cara chapada;
  • ...
Ai...
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maio 04, 2009

Fim de semana papa-léguas


Amado

Azenha do Mar, que não conhecia. Macacos me mordam se não hei-de lá ter uma casa.

Bordeira.

Algures entre o Cabo Sardão e a Zambujeira.

Carrapateira.

Castelejo, Cordoama e Barriga.

Amado. Flores a perder de vista.

Azenha do Mar, a não-praia mais bonita do Alentejo.

Pronto, fica só este cheirinho. Das comezainas e bebezainas falarei noutro post. Aos vossos comentários respondo amanhã, que agora vou dormir.
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maio 02, 2009

O ar da sua graça

Pessegueiro.

Pessegueiro.

Visitantes indesejados (vou ter trabalho para a semana).

Macieira.

Hortelã.

Pena d'Águia - alguém sabe o nome correcto?
Adenda - Segundo a Maria Carvalho, que é expert no assunto, é uma Tecoma capensis e chama-se Madressilva-do-Cabo, tradução literal de Cape honeysuckle. Obrigada :)

Flor de cacto.

Lantana.

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maio 01, 2009

Insegurança

Da Gotinha, eterna fonte de inspiração.
(post em automático)
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