maio 02, 2009

O ar da sua graça

Pessegueiro.

Pessegueiro.

Visitantes indesejados (vou ter trabalho para a semana).

Macieira.

Hortelã.

Pena d'Águia - alguém sabe o nome correcto?
Adenda - Segundo a Maria Carvalho, que é expert no assunto, é uma Tecoma capensis e chama-se Madressilva-do-Cabo, tradução literal de Cape honeysuckle. Obrigada :)

Flor de cacto.

Lantana.

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maio 01, 2009

Insegurança

Da Gotinha, eterna fonte de inspiração.
(post em automático)
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abril 30, 2009

Bom fim-de-semana


Fotografia de José Manuel Machado

Vou de fim-de-semana para ali perto. Este blogue segue dentro de momentos.
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abril 29, 2009

A Marta ou o puxão de orelhas do ano

A Marta é uma miúda amorosa de 4 anos que tem leucemia mioloblástica aguda e precisa urgentemente de um dador compatível. 

Portugal é um país solidário, a avaliar pela gigantesca onda de simpatizantes que pulularam pelo Facebook e pelo Twitter e que - e isto é que é importante - apareceram efectivamente nos centros de recolha. A história saiu da internet e chegou à televisão, ao telejornal e a alguns programas diurnos de grande audiência. Particulares juntaram-se e organizaram centros de recolha móveis nas sedes das suas empresas. No colégio onde a Marta estuda apareceram num só dia 1200 pessoas.

Mas hoje, no DN Online, saiu a notícia de que a quantidade de voluntários começou a diminuir. É por isso que é preciso fazer recircular a notícia e não a deixar esmorecer.

Como podemos ajudar:

1. Tornar-se dador já. Para resumir, só é preciso ter entre 18 e 45 anos.
2. Espalhar este pedido o mais possível, fazer chegar a notícia a toda a gente que se conhece. Por facebook, pelo twitter, através do blog, por telefone ou carta, no emprego, no ginásio, na mercearia da esquina. O que interessa é espalhar. Em Portugal, no estrangeiro (o banco de medula óssea é mundial), na Lua.

Links úteis:
- O blog da Marta (com informação sobre postos de recolha no país inteiro)
- O site do Centro de Histocompatibilidade do Sul (com informação que é preciso saber para ser dador e onde se pode fazer o download do formulário e poupar tempo) 


Bora ajudar?...
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Já passou


Até porque hoje é o dia mundial do riso :)))
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abril 28, 2009

Quase lá

Estou aqui. Quase em Maio, o mês de que eu não gosto nada. O blogger (ou outro programa qualquer) avisa-me de que o blog faz dois anos daqui a nada. E não só. So what?, é o que dá vontade de responder. Mas o problema é capaz de ser o não só. E ter que ver com pólen, não sei.

A minha irmã C. trouxe-me um recorte de jornal que diz "aprenda a escrever um livro em três meses por 295 euros" e eu rio-me. Se fosse assim tão fácil. Nem um post decente faço há 3 meses, quanto mais um livro. Posts daqueles sem batota, sem links, sem fotografias apelativas, sem piadas, sem nada. Só palavras. Só sentimento. Só cérebro, seja. O que fôr. Se calhar é este o primeiro deste ano, é bem capaz de ser. E não diz nada, já o vejo no todo. E tenho escrito tanta coisa. Tanta, tanta. E tão impublicável que até irrita.

Quem me dera Junho.
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abril 27, 2009

Quem anda a matar árvores?


Agora em Alcochete, há dois meses no Montijo. Alguém anda a injectar ácido em furos cuidadosamente feitos em plátanos centenários. Custa-me a crer que ninguém saiba de nada, ninguém tenha visto, ninguém saiba quem foi. Fazer furos, injectar qualquer coisa e depois tapar esses furos cuidadosamente em dezenas de árvores é coisa para levar o seu tempo. E ninguém viu nada? 

Quem terão sido os vândalos, para não lhes chamar coisa pior (tal como burros, anormais, selvagens, fdp, #$%&%$#$, etc)?
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abril 25, 2009

Mais fragmentos de memória do meu 25

Lembro-me de ter aparecido uma ofensa nova na escola para "pessoas como eu": fascista. Fazíamos parte da suposta elite do burgo e morávamos num casarão. Não éramos ricos, nem nada que se pareça, mas éramos de direita numa terra em que 98% das pessoas votava no PCP.

Ninguém sabia muito bem o que queria dizer fascista, claro, mas sabíamos que era um palavrão. E que estava relacionado com gente que explorava os trabalhadores. Um horror, portanto, mas o tipo de pessoas que eu sabia que os meus pais não eram. 

Também me lembro de ter dado algumas chapadas a colegas de escola (algumas grandes amigas) e de, pela primeira vez, não ser castigada em casa por causa disso. Mas o pior do pós-25, como diz o André, foram os desenhos animados checos do Vasco Granja.

Outra versão do 25 familiar aqui (e tão a leste como a minha, mesmo com nove anos de diferença).

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