A Bábá pelo menos conseguiu que eu me lembrasse desta música, que adoro. O video não tem imagem, por isso podem ligar o som e ir à vossa vida.
Mas arranja-se sempre um tempinho para pensar na vida. Nem que seja para fugir dela a sete pés.
outubro 31, 2007
SheMay be the face I can’t forget
The trace of pleasure or regret
May be my treasure or the price I have to pay
She
May be the song that summer sings
May be the chill that autumn brings
May be a hundred different things
Within the measure of a day
She
May be the beauty or the beast
May be the famine or the feast
May turn each day into a heaven or a hell
She may be the mirror of my dreams
A smile reflected in a stream
She may not be what she may seem
Inside her shell
She
Who always seems so happy in a crowd
Whose eyes can be so private and so proud
No one’s allowed to see them when they cry
She
May be the love that cannot hope to last
May come to me from shadows of the past
That I’ll remember till the day I die
She
May be the reason I survive
The why and wherefore I’m alive
The one I’ll care for through the rough and ready years
Me
I’ll take her laughter and her tears
And make them all my souvenirs
For where she goes I’ve got to be
The meaning of my life is
She
She, oh she
Horário de inverno
Já chegou o horário de inverno ao Brasil. Em todo o país menos em Parnaíba e no meu povoado. Tudo porque algum idiota daqui (o Piauí é o estado mais idiota de todos) decidiu que o horário de inverno é coisa de paulista metido a besta qui num tem mai nada prá fazê e só faz é compricá a vida da gente, e conseguiu meter na cabeça dos outros todos que não é preciso mudarem a vida e os relógios. Portanto, foram todos atrás dele e agora vê-se a novela das 6 às 7, as lojas abrem às 7 da manhã e as horas da televisão estão erradas. E eu, claro, nunca sei a quantas ando.Por acaso, não fôra a idiotice dos argumentos, até lhes dava uma certa razão. A história de mudar a hora, principalmente para a de inverno, é embirrante. Mudar a vida de uma hora para a outra dá-me cabo do metabolismo e estraga-me o prazer de ver o telejornal assim que me levanto, de caneca de café em punho, e de almoçar exactamente à hora do Friends.
Vidas 1
Rodrigo e Márcia viviam em São Paulo com os dois filhos de 1 e 5 anos. Ele, de 40 anos, era director financeiro e ela, de 38, era directora de marketing. A vida corria-lhes muito bem, apesar de trabalharem 10 horas por dia e não terem tempo para a família, até que Rodrigo, com peso a mais, foi parar ao hospital com pressão alta. Não morreu por sorte, mas percebeu que tinha que mudar de vida. E rapidamente.Ainda no hospital, Rodrigo recebera de presente um livro com o relato da aventura de uma família basca que decidiu largar tudo e dar a volta ao mundo a bordo de um veleiro*. Como um sinal divino, pareceu-lhes a solução para todos os males. Largaram o emprego e a casa e compraram um veleiro de de 45 pés em segunda mão, chamado Cavalo Marinho. E, sem antes nenhum deles ter posto os pés sequer num barco, começaram por se mudar para lá e tratar de aprender a manejá-lo.
Seis meses depois, durante os quais aprenderam os fundamentos da vela e da vida a bordo, participaram de algumas regatas costeiras e se habituaram a viver em pouco mais de 50 m2, levantaram ferro e rumaram às Caraíbas. Passados dois anos, diminuíram drasticamente o padrão a que estavam habituados, mas em compensação a sua qualidade de vida tinha subido às alturas. Nunca mais ninguém ficou doente, Rodrigo está em excelente forma física e as crianças, que têm aulas todos os dias graças à internet, já falam inglês e francês fluentemente e aprendem História Natural em sítios como as Galápagos.
I want it.
* Aventura a toda vela, de Santiago González Zunzundegui, um dos livros que o Federico me deixou.
We are family...
...I’ve got all my sisters and me!Acabei de ver a Família Superstar na SIC Internacional (não se atrevam a rir!, já me chega o Diogo). Vida de emigrante, já se sabe... Haverá alguma coisa mais dolorosa do que ver a Bábá (ainda casada, sabe deus porquê!, com um ex-gay-ministro da Cultura? – aliás, pensando bem, até é fácil de explicar), dizer Nothing Hill e dizer barbaridades (ah-ahá!, ainda dizem que a língua portuguesa é traiçoeira) como “pobrema”, sem sequer ter a desculpa que é brasileira?
Já para não falar de que vi a família não-sei-das-quantas (as duas mulatas, uma loira e outra que acha que é a encarnação da Whitney Houston) de coração partido a fingir que choravam baba e ranho, enquanto disfarçadamente nos chamavam a todos de filhos da p*** para baixo, quando foram expulsas do “palácio”, depois da miúda (a tal que tem a mania que é a Whitney) desafinar aí 85% da música? E, a propósito, qual “palácio”? Conhecem algum “palácio” em Portugal com telhados de chalet? Ilustrem-me.
E que jeito que a Bábá tem para apresentar aquilo! Muitos dirão que deixar a Bábá apresentar programas sobre livros é como entregar a gestão de uma creche ao Bibi. Por um lado terão razão, por outro nem por isso. Pode ser ridículo mas com um pouco de sentido de humor tudo se torna perfeitamente aceitável. Deixem lá a rapariga sentir-se intelectual! É uma caridade que se lhe faz. Podia dar-lhe para bem pior. Imaginem que se dedicava à política, por exemplo!
outubro 27, 2007
Toca a dar arroz

Um site do Programa Alimentar Mundial que distribui arroz a quem precisa através de um jogo de sinónimos que ainda por cima é giro. Mas é em inglês, portanto se precisarem de fazer batota, é por uma boa causa. Deixei lá 510 grãos.
Tirei do Bom Jardim, indicado pela Falabarata.
outubro 26, 2007
outubro 25, 2007
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