Mas arranja-se sempre um tempinho para pensar na vida. Nem que seja para fugir dela a sete pés.
julho 21, 2009
julho 04, 2009
julho 01, 2009
...
Ah, este orgulho que a noite me devolve
a língua forrada de palavras
e outros líquidos de amor
E a culpa do silêncio que me dás
na incerteza de qualquer verdade
De ti já pouco sei
De mim já me ignoro
Ah, este orgulho que a noite me devolve
e que me dói
Para a Pat, o meu metro e meio alentejano, que tenho a certeza que perceberia sem eu ter de lhe contar.
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