março 31, 2009

Como um pássaro


Viciada no Google Earth como sou, adorei isto.

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Lola e os primos

A Lola já corre tudo perfeitamente à vontade. Dormiu no quarto da minha irmã com a cabeça dentro do chinelo dela.

O Xuruca ficou completamente apaixonado assim que a viu, claro. Lambeu-lhe o focinho e pulou à volta dela a chamá-la para brincar. Ela, a fazer-se difícil, rosnou-lhe uma ou duas vezes (começa cedo), mas depois rendeu-se.

A Maria continua a não lhe ligar nenhuma - acha-a insignificante demais para perder tempo com ela. Cheirou-a e tal, mas depois decidiu que provavelmente não ganha nada com o assunto e foi à vida dela (leia-se dormir, que é só o que ela faz além de comer).

Fotografias logo à tarde.
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março 30, 2009

Lola

Tenho uma sobrinha nova. Chegou hoje a casa, por volta das oito da noite, e é linda de morrer. Já lhe peguei ao colo e parece que gostou de mim. É natural, eu sou sempre a tia preferida :)

É morena, tem uns olhos verde-azeitona lindos, pesa aí uns 4 kilos (no máximo) e é muito simpática. Não me parece que tenha aprovado o meu perfume, mas com bebés já se sabe que leva o seu tempo. Tem uns pés enormes, vai ser alta e grande. Tem umas orelhas um bocadinho grandes, mas os olhos enormes e meigos compensam quaisquer dúvidas: vai ser um doce.

Chama-se Lola, tem dois meses e é uma boxer + sabe Deus o quê (e who cares?), foi pescada num canil perto de Sintra e dá vontade de a comer com beijinhos :))))))

Amanhã vai ser apresentada aos primos (agora ainda está muito nervosa, tadinha). O Xuruca está nervosíssimo (ainda não a viu mas já a cheirou na minha roupa, a abanar o rabo furiosamente; a Maria não ligou pêva, como é costume).
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E se lhe acontecesse a si?...

É sempre bom lembrar.

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março 28, 2009

Hoje

Vou matar saudades disto...


... para aqui.



março 27, 2009

Às vezes


... olho para ali para a coluna da direita e assusto-me: 68 seguidores? Que responsabilidade.

março 26, 2009

Hora do Planeta

(clique para aumentar)

É algo tão simples como desligar o interruptor.
O que começou como um movimento quase espontâneo que pretendia incentivar os habitantes de Sidney a apagar as suas luzes e despertarem para os problemas ambientais, cresceu e tornou-se numa das maiores iniciativas mundiais de luta contra as alterações climáticas.
Em 2009, às 20H30 de 28 de Março, pessoas em todo o mundo são desafiadas a apagarem as suas luzes por uma hora - a Hora do Planeta. Pretende-se este ano que mil milhões de pessoas, em mais de 1000 cidades, se unam em torno deste movimento e com este gesto simbólico mostrem que é possível tomar medidas contra o aquecimento global.
A Hora do Planeta começou em 2007, na cidade australiana de Sidney. Nessa altura 2,2 milhões de habitações e empresas desligaram as suas luzes por uma hora. Apenas um ano mais tarde é que este evento se transformou no movimento global para a sustentabilidade que é hoje, com a participação de cerca de 100 milhões de pessoas e abrangendo 35 países. Desde então, marcos emblemáticos mundiais, tais como a ponte Golden Gate, em São Francisco (EUA), o Coliseu de Roma, em Itália, e o painel publicitário da Coca-Cola em Times Square (Nova Iorque, EUA), ficaram às escuras, como símbolos de esperança por uma causa que se torna mais urgente a cada hora que passa.
A Hora do Planeta 2009 é um apelo global de acção a todos os cidadãos, todas as empresas e todos os Governos. Um apelo para marcar presença, assumir responsabilidade e envolver-se num esforço conjunto para um futuro sustentável.Edifícios e marcos simbólicos, desde a Europa até às Américas, vão permanecer às escuras no dia 28 de Março. Em várias cidades do mundo, incluindo Lisboa, as pessoas vão apagar as luzes e unir-se para criar uma acção vital que se pretende que desencadeie a discussão sobre o futuro do nosso precioso planeta.
Mais de 70 países vão participar na Hora do Planeta 2009. Este número cresce diariamente à medida que as pessoas começam a entender este movimento como um acto tão simples que pode gerar tão profundamente a mudança. A Hora do Planeta é uma mensagem de esperança e uma mensagem de acção. Cada um de nós pode fazer a diferença!
Às 20:30 do próximo sábado, dia 28 de Março
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apague as luzes e veja a diferença que pode fazer no combate ao aquecimento global; registe-se em http://www.earthhour.org/portugal e junte-se ao movimento HORA DO PLANETA.
Eu já lá estou.
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março 24, 2009

A palma e a mão


É impressão minha ou este gaijo canta, pela primeira vez, uma coisa que presta? Não sei, faz-me lembrar Jorge Palma...
(já repararam no fundo da música?...)

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março 23, 2009

março 22, 2009

E num instantinho, que tenho de ir dormir


Tive mais um fim-de-semana de arromba, em Marvão e a comer do bom e do melhor, numa casa fantástica e com os melhores amigos do mundo. E, para cúmulo, trouxe um molhão de pés de hortenses já pegadas, 4 freixos, lilases, madressilva e um salgueiro (a minha árvore preferida) grande com raiz. Tudo à borliú.

E o Benfica ganhou!!!
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Bad day


Where is the moment we needed the most
You kick up the leaves and the magic is lost
They tell me your blue skies fade to grey
They tell me your passion's gone away
And I don't need no carryin' on

You stand in the line just to hit a new low
You're faking a smile with the coffee to go
You tell me your life's been way off line
You're falling to pieces everytime
And I don't need no carryin' on

Cause you had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
The camera don't lie
You're coming back down and you really don't mind
You had a bad day
You had a bad day

Well you need a blue sky holyday
The point is they laugh at what you say
And I don't need no carryin' on

You had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
The camera don't lie
You're coming back down and you really don't mind
You had a bad day

Sometimes the system goes on the blink
And the whole thing turns out wrong
You might not make it back and you know
That you could be well oh that strong
And I'm not wrong

So where is the passion when you need it the most
Oh you and I
You kick up the leaves and the magic is lost

Cause you had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
You've seen what you like
And how does it feel for one more time
You had a bad day
You had a bad day

A 5ª frase da página 161


... do livro A Infanta e o Pintor, de Jean-Daniel Baltassat, é esta:

- A razão disto é bem simples: não desejo que vejais o meu rosto.

Pedido pela @catmagellan, camarada tuíta e musa bloguística a quem não recuso nada, já se sabe, e por mais alguém que se me varreu, a quem peço desculpas e que se acuse, para que a possa linkar devidamente.

Passo a batata quente (que já é um bocadinho requentada, esta corrente já tem barbas) ao Paulo, à Joaníssima, à Helena, ao JP e à Passaroca.

março 20, 2009

Quarto dos Mortos*

Eu até já tinha assinado a petição. Mas a Angelblue chamou-me a atenção outra vez para esta barbaridade. Parece que há coisas às quais só um grandecíssimo murro no estômago nos faz reagir. Esta é uma delas. E já se sabe: mexem com bichos, mexem comigo.

Todos vocês já ouviram de certeza falar disto: um anormal qualquer não teve ideia melhor para se autopromover mundialmente do que atar um cão abandonado na rua (outra ironia: o canito chamava-se Natividad) e deixá-lo morrer lentamente à fome e à sede às vistas de quem visitava aquela "exposição". Para cúmulo, o artista, de seu nome Guillermo Vargas Habacuc, foi convidado a fazê-lo outra vez este ano.

Se eu vivesse perto da dita "exposição", das duas uma: ou matava o filho da puta do Habacuc à chapada ou, se não quisesse problemas, pagava bilhete todos os dias só para dar água e comida ao cão. Palavra que era gaija para sequestrar o dito cabrão e enfiá-lo no meu Quarto dos Mortos*, qual Fritzl, e matá-lo à fome, à sede, e, já agora, ao pontapé nos tomates.

Mas há aqui coisas que eu, juro, não percebo. Uma coisa é o filho-da-puta do Habacuc que se quer autopromover e não olha a meios - e o facto é que conseguiu ser conhecido a nível mundial; outra é o museu (não sei qual é, nem me interessa) que conseguiu o mesmo. Até aqui ainda vou. Não aceito, mas percebo. Mas o que eu não percebo mesmo, por mais que tente, é a quantidade de gente anónima que por ali passou todos os dias, que viu a agonia do Natividad, que lhe percebeu o desespero nos olhos e não fez NADA. Rien. Nothing. Zero. A ponta dum corno, falando em bom português.

Se acham que eu tenho razão, assinem, por amor de Deus, a petição aqui: e não, não há desculpas.


* Tenho uma divisão na minha casa que é chamada assim há décadas. Um dia conto, juro.
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março 19, 2009

março 18, 2009

Nem sei por onde comece...

Depois de 2 dias inteirinhos sem computador (como é possível?!, perguntam vossemecês* de olho arremelgado. E perguntam muito bem. E eu respondo: malzinho, com muito livro pelo meio, muita jardinagem, muitos cozinhados, muita conversa), eis-me de volta às lides.

Tenho exactamente 556 posts no Google Reader para ler (tenho que dar uma volta valente àquela coisa...). Tenho aí uns 200 programas para instalar, que o parvo do gaijo da informática desinstalou contra a minha ordem expressa, a começar pelo Twit Deck, que sem ele não ponho os pés no tuíta. E a acabar numa infinidade de coisas que usava todos os dias e que nem sei como se chamam nem onde os ir buscar.

Parece que tenho trabalho para umas semanitas.

* Também gosto muito de usar bocezes.
.t

março 16, 2009

Não é para fazer inveja,


... mas tive um óptimo fim-de-semana.
No sábado, uma velejada excelente no Bórias I, um Dufour 34, com almoço a bordo na baía de Cascais. Comeu-se uma bela salada de salmão - receita da Teté (que vou postar ali assim que tiver tempo) - acompanhada de um belo vinho branco estupidamente gelado. Estava um dia lindo. Para lá o vento estava fraquinho, nos 6 nós, e fomos calmamente. Para cá o vento passou dos 20 nós e já deu para sentir a adrenalina. Uma delícia de passeio.

No domingo, mariscada em Torres Vedras, em casa dos primos. Começou à uma da tarde e acabou à meia-noite, mas isso já é o costume...
Ai, quem me dera o Bartolomeu pronto.
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março 12, 2009

março 11, 2009

Próximas compras:

a 5,49!

a 1,29!

(pronto, pronto, eu paro de falar no jardim)

março 10, 2009

Não postes hoje...

... o que podes postar amanhã. Que isto de cavar (em vez de mandar cavar...) cansa, caraças!
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março 08, 2009

Só para que conste


Estive quase a deixar passar a efeméride (são nove e meia da noite), mas não resisto. Para que conste, sou contra.

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março 07, 2009

Farinha do mesmo saco

Anda uma pessoa toda contente a tratar do jardim e depois vem à net e dá com esta notícia. Junto-os no mesmo saco, padrasto violador e arcebispo, que tem o desplante de dizer uma enormidade destas. O Clube do Vaticano no seu melhor!
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PS - Depois de ler o Shark, ainda descubro que a miúda (de 9 anos!) também foi excomungada e que o Vaticano defende a decisão do troglodita brasileiro.
PS2 - Depois de ler os comentários do Shark, descubro que afinal a miúda (de 9 anos!) afinal não foi excomungada, mas foi porque não calhou.
A sério, já nem consigo escrever mais sobre isto.
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Green fingers

Se o Diogo é marinho, eu sou definitivamente campestre. Acabei de gastar uma pequena fortuna em vasos, plantas e ferramentas. Comprei dezenas de sardinheiras (claro!), 2 malmequeres amarelos e 2 roxos, 3 lantanas, 5 roseiras, 1 jasmim trepadeira, 3 buganvílias, 1 skimmia, 1 pessegueiro, 1 romãzeira, 1 aloés, 2 camélias, 4 mudas de hera e mais uma data de coisas. E fiquei com um salgueiro de 4 metros de altura atravessado (não me cabia no carro, mas há-de cá vir parar) e uma magnólia imponente (e caríssima) que ainda vou pensar se vem ou não.

Assim que refrescar, vou tratar das plantas. E para a semana vou dedicar-me à horta.
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março 06, 2009

Ando mesmo distraída


Como é que eu perdi isto (para não falar no que se passou anteontem), alguém me explica?
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Sou muito bem mandada, eu

Pronto, R., já podes comentar: já abri a porta aos anónimos :)
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março 05, 2009

A ponta do iceberg


Quando dantes ouvia falar em violência doméstica achava sempre que era uma coisa muito abstracta que só acontecia lá para os confins do Portugalinho bem profundo, em sítios isolados pela geografia e o clima, e entre gente rude, bruta, ignorante, revoltada com condições de vida impossíveis, desgraças, recalcamentos e curriculum familiar a condizer.

Mais tarde aprendi que o problema é transversal à densidade populacional e às classes sociais. Que se manifesta tanto em aldeias perdidas nas serras como em centros urbanos. Tanto em camponeses brutos e alcoolizados há gerações como em gente civilizada que até ostenta nome pomposo, educação superior, carreira profissional sólida e conta bancária bochechuda. Se também carregam exemplo familiar que justifique o seu comportamento, não sei e nem me interessa. Provavelmente sim, não que seja obrigatório.

Hoje em dia, vindas de pessoas em cujo discernimento até confio, oiço descrições de cenas, dignas de Fellini, de tareias portas adentro, protagonizadas por gente a quem jamais ouviria dizer merda em público. Daquelas que deixam marcas que se cobrem com maquilhagem, golas altas e mangas compridas no dia seguinte. Daquelas que não têm justificação, explicação, sequer fazem sentido. Daquelas que se vê logo que começaram por um simples estalo, dado num dia de ânimos exaltados em que se perde a cabeça, e que evoluiu para cavalarias mais altas. Com a desculpa de que foi só aquela vez, coitado, eu até mereci - o caraças! Porque aquela vez é a pior de todas, é a porta aberta, é aquela do a ver se pega, é a prova cabal de que se se dá aquela se quer dar mais e se se aguenta aquela se quer levar mais.

Que raio de merda de psicologia é esta???
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março 04, 2009

Porque sim


Não vou falar do meu mau feitio, que nem é assim tão mau como isso, juro. Vou falar do da vizinha, que parece que, por mais que a evite e mesmo que esteja uma semana inteirinha sem a ver, tem sempre uns grunhidos para me presentear. Não suporto gente que está mal com o mundo porque sim, com aquela cara permanente de que toda lhe deve e ninguém lhe paga. Não há pachôrra. Dá logo vontade de dizer vai mas é trabalhar, que o teu mal é... ócio. Bebam, droguem-se, vão fazer voluntariado, ponto cruz, ginástica, arranjar o jardim, compras. Mas não chateiem os outros porque sim.

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Alzheimer

Acabei de dar conta de que me esqueci das chaves de casa e do carro do lado de fora da porta a noite toda. Ainda bem que vivo na Parvónia.
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março 03, 2009

Pensamento da semana



"Tenho uma teoria de que devemos à ociosidade a maioria das nossas grandes invenções e a maior parte das realizações de génio. A mente humana prefere ser alimentada à colher com os pensamentos dos outros, mas, privada de tal alimento, começa, relutantemente, a pensar por si mesma, e essa reflexão é uma reflexão original e que pode ter resultados preciosos." (Jerry Burton, personagem de Agatha Christie em The Moving Finger)

Estou farta de não fazer nada. Já não há casa para decorar, roupa para tratar, petiscos para cozinhar, quadros para pendurar, armários por decapar ou cães para passear que me entretenham. Preciso de um emprego já.

Anyone?
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março 02, 2009